quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

“Devemos ser uma só alma, pela fé do Evangelho”.







Olá!




Para entendermos o título vamos fazer um estudo em forma de reflexão. Observemos os detalhes.





Alguns proclamam a Palavra de Deus por inveja, rivalidade e ambição.





Com efeito, em todo o pretório e em toda a parte, se ficou sabendo que eu estou na prisão por causa de Cristo.E a maioria dos irmãos, encorajada no Senhor pela minha prisão, redobra de audácia, proclamando sem medo a Palavra.Alguns, é verdade, o fazem por inveja e rivalidade, mas outros proclamam a Cristo com boa intenção.(Filipenses 1,13-15)





Paulo estava preso e explica a comunidade que o importante é que Cristo seja anunciado, não importando se com boa intenção ou não.





Sabemos que ele disse assim, porque no julgamento muitos que dirão ao Senhor, fiz isso ou aquilo e Jesus vai dizer para ele sai para lá servo mau, não te conheço!





Paulo vem explicar o estágio na vida cristã de quem tem oposição a outro cristão através da rivalidade:





“pois ainda estais no nível da carne. As rivalidades e contendas que existem no meio de vós acaso não mostram que sois carnais e que procedeis de modo humano apenas? (I Coríntios 3,3)”





Sabemos que rivalidade significa concorrência de pessoas que pretendem a mesma coisa.





São Paulo adverte aquele povo:





“Procedamos honestamente, como em pleno dia: nada de glutonerias e bebedeiras, nada de orgias e imoralidades, nem de contendas e rivalidades”. (Romanos 13,13)





Veja adiante o conselho que Paulo dá aos cristãos:





estais firmes num só espírito, lutando juntos, com uma só alma, pela fé do Evangelho,(Filipenses 1,27b)





Infelizmente não é o que a gente vê. Lamentavelmente até mesmo entre os líderes cristãos há essa disputa, tanto que matam alguns na Igreja, claro que digo em sentido figurado. 





Não deixam eles fazerem a vontade de Deus. Não deixam usar as ferramentas que Deus lhes deu pois não dão espaço para o outro servir e Paulo vem nos dizer que devemos ser uma só alma, pela fé do Evangelho.





Esse texto abaixo fala por si, não há o que comentar, só não entende quem não quer entender:


Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre, por seu bom procedimento, que suas ações são feitas na mansidão inspirada pela sabedoria.Mas, se fomentais, no coração, amargo ciúme e rivalidade, não vos ufaneis disso, mas deixai de mentir contra a verdade.Essa não é a sabedoria que vem do alto. Ao contrário, é terrena, egoísta, diabólica!Onde há inveja e rivalidade, aí estão as desordens e toda espécie de obras más.A sabedoria, porém, que vem do alto é, antes de tudo, pura, depois pacífica, modesta, conciliadora, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem fingimento.O fruto da justiça é semeado na paz, para aqueles que promovem a paz.(São Tiago 3,13-18)





Isso é viver pela vé, veja:





Para mim, de fato, o viver é Cristo e o morrer, lucro.(Filipenses 1,21)





Quem não quer sofrimento não deve seguir o Cristo pois a palavra de Deus é clara:





A vós foi concedida a graça, não só de crer em Cristo, mas também de sofrer por ele,(Filipenses 1,29)





Então aceitar o sofrimento é pela graça de Deus. Somente pela misericórdia do Senhor podemos tudo suportar por amor ao Senhor.





Nada façais por ambição ou vanglória, mas, com humildade, cada um considere os outros como superiores a si (Filipenses 2,3)





É, meus irmãos, devemos deixar o egoísmo de lado e para isso precisamos exercita-lo. Observe:





e não cuide somente do que é seu, mas também do que é dos outros.(Filipenses 2,4)





Continuemos: “Mais que isso, julgo que tudo é prejuízo diante deste bem supremo que é o conhecimento do Cristo Jesus, meu Senhor. Por causa dele, perdi tudo e considero tudo como lixo, a fim de ganhar Cristo e ser encontrado unido a ele. E isto, não com a minha justiça que vem da Lei, mas com a justiça que vem pela fé em Cristo, a justiça que vem de Deus, com base na fé”.(Filipenses 3,8-9)





Você pode observar que Paulo disse que o conhecimento de Jesus é um bem superior e que foi adquirido não com a justiça através da lei e sim com a justiça através a fé. Observe: “E isto, não com a minha justiça que vem da Lei, mas com a justiça que vem pela fé em Cristo, a justiça que vem de Deus, com base na fé”.





Entendamos o que significa essas palavras: Paulo era fariseu que é o nome dado a um grupo de judeus devotos à Torá, surgidos no século II a.C. Os fariseus são opositores dos saduceus, criaram uma Lei Oral, em conjunto com a Lei escrita, e foram os criadores da instituição da sinagoga. 





Então, os fariseus são "aqueles que se separaram" do resto da população comum para se consagrar o estudo da Torá e das suas tradições.





Torá chamado também de Lei de Moisés são os livros que contém os relatos sobre a criação do mundo, da origem da humanidade, do pacto de Deus com Abraão e seus filhos, e a libertação dos filhos de Israel do Egito e sua peregrinação de quarenta anos até a terra prometida. 





A oposição ferrenha ao Cristianismo rendeu aos fariseus através dos tempos uma figura de fanáticos e hipócritas que apenas manipulam as leis para seu interesse.





Assim, Paulo como Fariseu era irrepreensível diante da justiça que vinha da lei deles.





Tanto, que em Filipenses descreve muito bem quem era Paulo:fui circuncidado no oitavo dia, sou da raça de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu filho de hebreus; quanto à observância da Lei, fariseu;no tocante ao zelo, perseguidor da Igreja; quanto à justiça que vem da Lei, irrepreensível.(Filipenses 3,5-6)





Paulo perdeu tudo, por amor, abandonou a vida velha para seguir o Cristo. Teve uma experiência com o ressuscitado.





a o que está à frente.Lanço-me em direção à meta, para conquistar o prêmio que, do alto, Deus me chama a receber no Cristo Jesus.(Filipenses 3,14)





Seja a vossa amabilidade conhecida de todos os homens! O Senhor está próximo.(Filipenses 4,5)





Paulo aqui dá um exemplo de maturidade cristã:


Sei viver na penúria e sei viver na abundância. Aprendi a viver em toda e qualquer situação: estando farto ou passando fome, tendo de sobra ou passando falta.(Filipenses 4,12)





Agora, tenho tudo em abundância. Tenho até demais, depois que recebi de Epafrodito as vossas ofertas. Elas são como um suave perfume, um sacrifício aceito e agradável a Deus.(Filipenses 4,18)





Sim, aquele homem de Deus, diz da importância da partilha e fala que ela é um suave perfume e agradável ao Senhor.





Portanto, somos do entendimento de que é preciso vivenciar a palavra de Deus e aprender a partilhar, tanto funções na igreja, quanto os bens, pois aquilo que tenho de sobra pode esta faltando para o irmãos. Partilhemos com amor as nossas ofertas, como alegria, paz, bondade, a própria palavra de Deus, para que possamos ser uma só alma e as pessoas possam dizer: vede como eles se amam.





Augusta Moreira dos Santos


Ministério de pregação e Cura e Libertação.
































quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

“Deus seja louvado” das cédulas de real. “falta do que fazer”.










* Apresentadora do SBT diz que defensores do Estado laico são intolerantes.






Ao comentar a notícia sobre a decisão da juíza Diana Brunstein, da 7ª Vara da Justiça Federal em São Paulo, que negou o pedido do MPF de retirar a frase “Deus seja louvado” das cédulas de real, a apresentadora Rachel Sheherazade, do SBT Brasil, criticou os defensores do Estado laico e concordou com o presidente do Senado que classificou o pedido como “falta do que fazer”.





A decisão foi dada na última sexta-feira (30) e no mesmo dia se tornou reportagem no jornal da emissora de Silvio Santos. Ao fazer o comentário, a jornalista disse que os laicistas são “intolerantes” e que estão perseguindo o cristianismo.





“Liberdade, honestidade, respeito, justiça são todos princípios do cristianismo, o mesmo cristianismo que vem sendo perseguido pelos defensores do estado laico. Intolerantes, eles são contra o ensino religioso, são contra as cruzes em repartições públicas e agora voltaram sua ira contra a minúscula citação nas notas de real”, disse Sheherazade.





A jornalista cita que a Constituição Federal pode ser o próximo alvo dos defensores do Estado laico, que vão se voltar contra a citação de Deus contida na Carta Magna, mas que para isto terão que entrar com um pedido de emenda constitucional que tem um processo bem mais longo do que estas ações cíveis movidas por eles.


Fonte:http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/32248-apresentadora-do-sbt-diz-que-defensores-do-estado-laico-sao-intolerantes







Bento XVI: A Teologia da Libertação foi um "milenarismo" que não se justifica hoje




Em declarações concedidas hoje aos jornalistas durante o vôo rumo ao Brasil, o Papa Bento XVI assinalou que a Teologia da Libertação foi uma forma do Milenarismo" que não tem justificação na atual realidade latino-americana, especialmente ante a difusão da autêntica preocupação social da Igreja.





Ao explicar que "a missão da Igreja é religiosa, mas se abre às soluções dos grandes problemas sociais", o Pontífice disse durante a improvisada conferencia de imprensa no avião que "há sempre espaço para um debate legítimo sobre como criar as condições para a libertação humana e sobre como fazer eficaz a doutrina da Igreja e indicar as condições humanas e sociais, as grandes linhas nas quais os valores podem crescer".





Entretanto, o Papa esclareceu que hoje "mudou profundamente a situação na qual a teologia da libertação nasceu". "É evidente que as fáceis promessas que faziam acreditar que podem conseguir de uma revolução as condições para uma vida completa estavam equivocados; isto agora sabem todos e o ponto é como a Igreja deve estar presente na luta pela justiça: sobre isto se dividem teólogos e sociólogos", adicionou.





O Santo Padre explicou que antes de ser Pontífice, "na Congregação para a Doutrina da Fé tratamos de fazer uma ação de discernimento para nos liberar dos falsos milenarismos e da politização".





Bento XVI se referiu também à Teologia da Libertação como um "fácil Milenarismo, que acreditou melhorar as condições de vida com a revolução". O Milenarismo é a heresia que acreditava na iminência do fim do mundo e o advento de um reino terreno de paz e justiça perfeitas que duraria mil anos.





As idéias da Teologia da Libertação, acrescentou o Papa, "eram errôneas, mas isto todos já sabem".





O Papa se referiu também à figura do assassinado Arcebispo de São Salvador, Dom Oscar Arnulfo Romero, e advertiu que "uma parte política queria apropriar-se deste personagem", que em sua opinião, "merece ser beatificado".





O Santo Padre explicou também que "a mudança da situação política na América Latina propiciou também a mudança substancial da doutrina que prega" a Teologia da Libertação; e esclareceu que "o magistério da Igreja não pretendeu destruir o sentido de justiça social, mas sim reconduzi-lo pelo caminho justo". (ACI)

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

O que a Igreja Católica diz sobre a Segunda vinda de Cristo?








I. «Voltará na sua glória»


CRISTO REINA, DESDE JÁ, PELA IGREJA…


668. «Cristo morreu e voltou à vida para ser Senhor dos mortos e dos vivos» (Rm 14, 9). A ascensão de Cristo aos céus significa a sua participação, na sua humanidade, no poder e autoridade do próprio Deus. Jesus Cristo é Senhor: Ele possui todo o poder nos céus e na Terra. Está «acima de todo o principado, poder, virtude e soberania», porque o Pai «tudo submeteu a seus pés»(Ef 1, 20-22). Cristo é o Senhor do cosmos (605) e da história, N’Ele, a história do homem, e até a criação inteira, encon­tram a sua «recapitulação» (606), o seu acabamento transcendente.


669. Como Senhor, Cristo é também a cabeça da Igreja, que é o seu corpo (607). Elevado ao céu e glorificado, tendo assim cumprido plenamente a sua missão, continua na terra por meio da Igreja. A redenção é a fonte da autoridade que Cristo, em virtude do Espírito Santo, exerce sobre a Igreja (608). «O Reino de Cristo já está misteriosamente presente na Igreja» (609), «gérmen e princípio deste mesmo Reino na Terra» (610).


670. Depois da ascensão, o desígnio de Deus entrou na sua consumação. Estamos já na «última hora» (1 Jo 2, 18) (611). «Já chegou pois, a nós, a plenitude dos tempos, a renovação do mundo já está irrevogavelmente adquirida e, de certo modo, encontra-se já realmente antecipada neste tempo: com efeito, ainda aqui na Terra, a Igreja está aureolada de uma verdadeira, embora imperfeita, santidade» (612). O Reino de Cristo manifesta já a sua presença pelos sinais miraculosos (613) que acompanham o seu anúncio pela Igreja (614).


… À ESPERA DE QUE TUDO LHE SEJA SUBMETIDO


671. Já presente na sua Igreja, o Reino de Cristo, contudo, ainda não está acabado «em poder e glória» (Lc 21, 27) (615) pela vinda do Rei à terra. Este Reino ainda é atacado pelos poderes do mal (616), embora estes já tenham sido radicalmente vencidos pela Páscoa de Cristo. Até que tudo Lhe tenha sido submetido (617), «enquanto não se estabelecem os novos céus e a nova terra, em que habita a justiça, a Igreja peregrina, nos seus sacramentos e nas suas instituições, que pertencem à presente ordem temporal, leva a imagem passageira deste mundo e vive no meio das criaturas que gemem e sofrem as dores do parto, esperando a manifestação dos filhos de Deus» (618). Por este motivo, os cristãos oram, sobretudo na Eucaristia (619), para que se apresse o regresso de Cristo (620), dizendo-Lhe: «Vem, Senhor» (Ap 22, 20) (621).


672. Cristo afirmou, antes da sua ascensão, que ainda não era a hora do estabelecimento glorioso do Reino messiânico esperado por Israel (622), o qual devia trazer a todos os homens, segundo os profetas (623), a ordem definitiva da justiça, do amor e da paz. O tempo presente é, segundo o Senhor, o tempo do Espírito e do testemunho (624) mas é também um tempo ainda marcado pela «desolação» (625) e pela provação do mal (626), que não poupa a Igreja (627) e inaugura os combates dos últimos dias (628). É um tempo de espera e de vigília (629).


A VINDA GLORIOSA DE CRISTO, ESPERANÇA DE ISRAEL


673. A partir da ascensão, a vinda de Cristo na glória está iminente (630) mesmo que não nos «pertença saber os tempos ou os momentos que o Pai determinou com a sua autoridade» (Act 1, 7) (631). Este advento escatológico pode realizar-se a qualquer momento (632), ainda que esteja «retido», ele e a provação final que o há-de preceder (633).


674. A vinda do Messias glorioso está pendente, a todo o momento da história (634), do seu reconhecimento por «todo o Israel» (635), do qual «uma parte se endureceu» (636) na «incredulidade» (Rm 11, 20) em relação a Jesus. E Pedro quem diz aos judeus de Jerusalém, após o Pentecostes: «Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que os pecados vos sejam perdoados. Assim, o Senhor fará que venham os tempos de alívio e vos mandará o Messias Jesus, que de antemão vos foi destinado. O céu tem de O conservar até à altura da restauração universal, que Deus anunciou pela boca dos seus santos profetas de outrora» (Act 3, 19-21). E Paulo faz-se eco destas palavras: «Se da sua rejeição resultou a reconciliação do mundo, o que será a sua reintegração senão uma ressurreição de entre os mortos?» (Rm 11, 15). A entrada da totalidade dos judeus (637) na salvação messiânica, a seguir à «conversão total dos pagãos» (638), dará ao povo de Deus ocasião de «realizar a plenitude de Cristo» (Ef 4, 13), na qual «Deus será tudo em todos» (1 Cor 15, 2).


A ÚLTIMA PROVA DA IGREJA


675. Antes da vinda de Cristo, a Igreja deverá passar por uma prova final, que abalará a fé de numerosos crentes (639). A perseguição, que acompanha a sua peregrinação na Terra (640), porá a descoberto o «mistério da iniquidade», sob a forma duma impostura religiosa, que trará aos homens uma solução aparente para os seus problemas, à custa da apostasia da verdade. A suprema impostura religiosa é a do Anticristo, isto é, dum pseudo-messianismo em que o homem se glorifica a si mesmo, substituindo-se a Deus e ao Messias Encarnado (641).


676. Esta impostura anticrística já se esboça no mundo, sempre que se pretende realizar na história a esperança messiânica, que não pode consumar-se senão para além dela, através do juízo escatológico. A Igreja rejeitou esta falsificação do Reino futuro, mesmo na sua forma mitigada, sob o nome de milenarismo (642), e principalmente sob a forma política dum messianismo secularizado, «intrinsecamente perverso» (643).


677. A Igreja não entrará na glória do Reino senão através dessa última Páscoa, em que seguirá o Senhor na sua morte e ressurreição (644). O Reino não se consumará, pois, por um triunfo histórico da Igreja (645) segundo um progresso ascendente, mas por uma vitória de Deus sobre o último desencadear do mal (646), que fará descer do céu a sua Esposa (647). O triunfo de Deus sobre a revolta do mal tomará a forma de Juízo final (648), após o último abalo cósmico deste mundo passageiro (649).


II. «Para julgar os vivos e os mortos»


678. Na sequência dos profetas (650) e de João Baptista (651), Jesus anunciou, na sua pregação, o Juízo do último dia. Então será revelado o procedimento de cada um (652) e o segredo dos corações (653). Então, será condenada a incredulidade culpável, que não teve em conta a graça oferecida por Deus (654). A atitude tomada para com o próximo revelará a aceitação ou a recusa da graça e do amor divino (655). No último dia, Jesus dirá: «Sempre que o fizestes a um dos meus irmãos mais pequeninos, a Mim o fizestes» (Mt 25, 40).


679. Cristo é Senhor da vida eterna. O pleno direito de julgar definitivamente as obras e os corações dos homens pertence-Lhe a Ele, enquanto redentor do mundo. Ele «adquiriu» este direito pela sua cruz. Por isso, o Pai entregou «ao Filho todo o poder de julgar» (Jo 5, 22) (656). Ora, o Filho não veio para julgar, mas para salvar (657) e dar a vida que tem em Si (658). É pela recusa da graça nesta vida que cada qual se julga já a si próprio (659), recebe segundo as suas obras (660) e pode, mesmo, condenar-se para a eternidade, recusando o Espírito de amor (661)


Fonte: http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p1s2cap2_422-682_po.html


Fonte:http://blog.cancaonova.com/leandrocouto/2012/11/20/a-segunda-vinda-de-cristo/



Santa Clara-Padroeira da Televisão













O que transformava o Mosteiro de São Damião num lugar privilegiado de oração era, em particular, a celebração da Liturgia das Horas, oração oficial da Igreja, à qual Clara e toda a comunidade consagravam maior parte do dia e da noite.





Numa noite de Natal, Clara encontrava-se acamada, doente, e não pôde ir à capela rezar as Matinas. Ficou sozinha em São Damião e começou a meditar sobre o pequenino Jesus e, sofrendo muito por não assistir seus louvores, suspirou: “Senhor Deus, deixaram-me aqui sozinha para Vós”. Segundo Celano, nas Fontes Históricas, eis que de repente começou a ressoar em seus ouvidos o maravilhoso concerto que se desenrolava na Igreja de São Francisco. Escutava o júbilo dos irmãos salmodiando, ouvia a harmonia dos cantores, percebia até o som dos instrumentos.





O lugar não era tão próximo que pudesse chegar a isso humanamente: ou a solenidade tinha sido amplificada até ela pelo poder divino, ou seu ouvido tinha sido reforçado de modo sobre-humano. Mas o que superou todo esse prodígio foi que mereceu ver o próprio presépio do Senhor. Quando as filhas vieram, de manhã, disse a bem-aventurada Clara: “Bendito seja o Senhor Jesus Cristo, que não me deixou quando vocês me abandonaram. Escutei, por graça de Cristo, toda a solenidade celebrada esta noite na Igreja de São Francisco”.





Devido a esse fato, o Papa Pio XII declarou Santa Clara padroeira da Televisão por decreto de 14 de fevereiro de 1958





A Visita e o Trânsito de São Francisco







Depois de receber as chagas de Nosso Senhor, Francisco precisava partilhar o fato com uma pessoa: Clara. Então, determinou que o levassem até São Damião. Fora lá que o Crucificado lhe tinha falado pela primeira vez. Lá estavam as irmãs pobres de Clara. Sabia Francisco que se tratava de um viveiro de almas escolhidas e abençoadas por Deus. Para abriga-lo foi construída uma cabana perto do conventinho. 





Ali, Francisco haveria de se proteger do sol porque seus olhos não suportavam mais a claridade forte. Contam as lendas que os morcegos não abandonavam sua cabana.





Clara se dispôs a preparar ataduras, fios, emplastros, feitos com ervas medicinais, chinelos de tecido para os pés chagados do Pai. Podemos bem imaginar a alegria e a tristeza vividas pelas irmãs. Não cessavam de rezar pelo Pai tão doente e tão repleto de graças do amor do Senhor. Foi nesse quadro de exultação e dor que Francisco teria composto o Cântico das Criaturas.





Todo abrasado de fervor o cantor das criaturas, já quase cego, vivendo mais no céu do que na terra, perto de suas irmãs estimadas, apresentou a Deus um dos mais belos louvores que já subiram da terra até o céu.





No final de setembro de 1226, o Santo manifestou o desejo de terminar seus dias na Porciúncula. Lá tudo havia começado e lá a Irmã Morte o visitou. A Páscoa de Francisco se deu a 3 de outubro de 1226.





As clarissas de São Damião tiveram a alegria de receber o corpo de Francisco por alguns instantes. Antes de entrar na cidade, o cortejo tomou um atalho que conduzia até São Damião. Entre sentimentos de alegria e de tristeza, as irmãs beijavam suas mãos abençoadas e enfeitadas com as chagas do Senhor.





Com a morte e o sepultamento de Francisco, encerrava-se a convivência de Clara com o exemplo vivo do Evangelho.





http://www.franciscanos.org.br/?page_id=1196

A Decisão e a Fuga de Santa Clara de Assis






Exultante de alegria, Clara fixou seus olhos nos olhos de Francisco e, sem hesitar, disse: “É minha firme intenção viver só para Cristo, pobre como Ele. Por isso, decidi fugir de casa, para não retornar jamais!” Francisco olhou-a ternamente e disse-lhe com simplicidade: “Irmã, se assim te inspira o Senhor, no momento em que fugires, eu estarei a te esperar com meus irmãos em Santa Maria dos Anjos!” Depois, antes de se despedirem, ambos combinaram a data: a noite de Domingo de Ramos para segunda-feira santa. No dia 18 de março de 1212, Clara levantou-se bem cedo, vestiu o mais belo vestido e, com algumas amigas, dirigiu-se à catedral para a cerimônia religiosa. A liturgia do Domingo de Ramos era muito longa: dDevia-se proceder à bênção e distribuição dos ramos; seguia a procissão, a celebração da missa com as leituras, as orações e a “Paixão”.





Clara estava sentada e acompanhava em silêncio. Pensava na fuga daquela noite, que a levaria para longe de casa, para não mais retornar. Quando o Bispo Guido começou a distribuição das palmas, ela não se moveu; permaneceu sentada, com a cabeça inclinada. O Bispo notou a sua ausência; olhou-a e, como que inspirado, levantou-se, desceu os degraus da cátedra e, acompanhado dos clérigos, encaminhou-se para ela; entregou-lhe a palma e a abençoou.





Clara beijou o anel do Bispo, tomou a palma e, comovida, estreitou-a ao seio. Depois inclinou ainda a cabeça e recitou uma oração. Agora, não lhe restava senão andar…





A fuga na noite





Quando a noite já estava avançada, colocou um manto negro sobre o vestido de festa, cobriu a cabeça com um véu e, na ponta dos pés, dirigiu-se para a “porta dos mortos”. Queria sair escondida e, saindo por aquela porta, estava certa de que não encontraria ninguém. Com suas mãos delicadas, removeu a lenha e os utensílios que estavam colocados contra a saída, fez força sobre os ferrolhos e sobre as trancas e, pouco depois, se encontrou na estrada.





A espreita, numa esquina, uma amiga muito querida a esperava: Pacífica de Guelfuccio. Com passo ligeiro, juntas, encaminharam-se para Santa Maria dos Anjos.





Narram os “Fioretti” que aquela noite era mais “clara” do que de costume, e que as estrelas olhavam do alto para proteger o seu caminho. Aguardando-as no limite do bosque, estavam dois frades com archotes acesos.





Com eles, embrenharam-se entre as folhagens, em direção a uma luz que brilhava pouco além: era a Porciúncula.





Fonte:http://www.franciscanos.org.br/?page_id=1171

domingo, 2 de dezembro de 2012

As duas testemunhas do apocalipse profetizarão por 1260 dias.









Olá, vamos meditar sobre algo que não é muito abordado entre nós católicos e que já está na hora de falarmos a respeito, que é sobre a tribulação e o livro do apocalipse.





Hoje, em especial sobre as duas testemunhas.







Dizem alguns, que as duas Testemunhas que virão durante a tribulação é uma forma enigmática para caracterizar simbolicamente a BÍBLIA e a IGREJA REMANESCENTE, durante a Grande Tribulação; Outros porém, acreditam que Deus enviará dois profetas, sendo Elias e Henoc que foram arrebatados em vida para o céu e outros acreditam que será Elias e Moisés.







Diante de toda essa polêmica tive um grande interesse em estudar Apocalipse e Daniel e você caro leitor, poderá perceber a beleza da descoberta. Sem dúvida, é o Espírito Santo que nos inspira e não podemos ler a bíblia por curiosidade e sim por amor, deixando o coração arder pela palavra de Deus.





Antes porém, observemos:





O livro do apocalipse é uma revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe confiou para que mostrasse aos seus servos as coisas que devem acontecer em breve. Jesus a comunicou, através do seu anjo, ao seu servo João.





João já no início do livro no versículo 03, edifica os leitores dizendo : Feliz aquele que lê e aqueles que escutam as palavras da profecia e põem em prática o que nela está escrito. Pois o tempo está próximo.





E aí com mais dúvidas fiquei: Como vou por em prática as palavras desta profecia de apocalipse, se  leio e  escuto a mesma, mas não entendo? E aqui diz que feliz é aquele que lê e aqueles que escutam as palavras da profecia e põe em prática o nela está escrito.





Então não basta só ler a profecia, é preciso colocar em prática e para por em prática  é necessário entender e só vai entender aqueles que são pessoas orantes e desejam a salvação.





Meus irmãos, Daniel, pôs a estudar na bíblia, o número dos anos que a Cidade de Jerusalém ficaria destruída. Isso significa que Daniel era tão zeloso e cuidadoso com o que é Santo, que chegou inclusive a fazer uma conta aritmética. Usando naquele instante, da própria matemática. 





Porque não temos paciência em resolver problemas. Quero tudo muito simples, tudo muito fácil. Para entender essa profecia, é preciso voltarmos no livro de Daniel no reinado de Nabucodonosor. Ele dizia: "No primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, pus-me a estudar o número dos anos que deveriam passar com a cidade de Jerusalém destruída, de acordo com a palavra do SENHOR anunciada pelo profeta Jeremias. Eram setenta anos". (Daniel, 9,2)





Pelo que a gente observa, para entender o livro de apocalipse é preciso saber um pouco de geografia, de história, de matemática e conhecer tanto o antigo testamento quanto o novo, além de ser uma pessoa que faça silêncio, que faça jejum e seja obediente a Deus.





João no início do livro primeiramente diz: No dia do Senhor, entrei † em êxtase, no Espírito, e ouvi atrás de mim uma voz forte, como de trombeta, (Apocalipse, 1,10).





João entrou em êxtase, isso significa que ele estava em profunda oração e isso ocorreu no dia do Senhor.





Ao vê-lo, caí como morto a seus pés, mas ele pôs sobre mim sua mão direita e disse: “Não tenhas medo. Eu sou o Primeiro e o Último,(Apocalipse, 1,17)





Um dos motivos que nos impede de conhecer aquilo que Deus quer é o medo. Se formos observar, os mensageiros de Deus, aqueles que foram escolhidos pelo Senhor para profetizar, todos tiveram muito medo de ver algo espiritual, mas sempre foram confortados e ouviam: Não tenhais medo!





Porque o medo? Porque somos carnais. E Deus é espirito. Temos muito medo do desconhecido e por causa do medo, deixamos até de conhecer a palavra do Senhor e de vivê-la na íntegra.





O Senhor fala para João: Escreve pois o que viste, aquilo que está acontecendo e o que vai acontecer depois. Este é o significado secreto das sete estrelas que viste na minha mão direita, e dos sete candelabros de ouro: as sete estrelas são os anjos das sete Igrejas, e os sete candelabros são as sete Igrejas.(Apocalipse, 1,19-20).





Aqui meus irmãos, já temos que utilizar o raciocínio, pois tem um significado secreto. E ele só deixa de ser secreto se eu parar para pensar . Então, quando falar em candelabro no livro de apocalipse vou ter que substituir pela palavra Igreja. Quando falar estrela vou ter que substituir pela palavra anjo.





Conheço a tua conduta, o teu esforço e a tua constância. Sei que não suportas os maus. Puseste à prova os que se dizem apóstolos e não o são, e descobriste que são mentirosos. És perseverante. Sofreste por causa do meu nome e não desanimaste. Mas tenho contra ti que abandonaste o teu primeiro amor.Lembra-te de onde caíste! Converte-te e volta à tua prática inicial. Se, pelo contrário, não te converteres, virei e removerei o teu candelabro do seu lugar.Mas em teu favor tens isto: detestas a prática dos nicolaítas, a qual também eu detesto. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às Igrejas. Ao vencedor darei como prêmio comer da árvore da vida, que está no paraíso de Deus’.(Apocalipse 2,2-7)





Substituindo: Se não te converteres, virei e removerei a tua igreja do seu lugar.





Bem já fiz muitos estudos sobre Apocalipse e Daniel quem quizer é só acessar o blog, mas hoje em particular quero mostrar a vocês sobre dois grandes homens do antigo testamento e que vão voltar antecedendo a Vinda de Cristo, vejamos essa peça do quebra cabeça, aliás não é um quebra cabeça, o Senhor nosso Deus abre o nosso entendimento para a palavra e requer um esforço da nossa parte em entender o livro de apocalipse, pedindo a Deus o dom do entendimento, visto que não são todos que Deus dá a graça de entender a sua palavra é necessário o desejo, a abertura de coração, a mudança de vida e a assiduidade na oração e principalmente a misericórdia do Senhor.





Observem no caso de Daniel:





Estava Daniel pedindo a misericórda e o perdão de Deus, reconhecendo os erros dele e de toda a nação, por não terem escutado os profetas e a sua palavra, por não terem obedecido e respeitado as leis, quando apareceu Gabriel: 





"sim, eu ainda pronunciava minha oração, quando Gabriel, o homem que eu tinha visto no começo da visão, voando rápido veio para perto de mim. Foi na hora da oração da tarde". (Daniel, 9,21)





“Daniel, vim para ensinar-te uma interpretação":(Daniel, 9,22)





Percebam que Gabriel disse que veio ensinar uma interpretação. Isso significa que não bastou só a oração de Daniel e a leitura da palavra,  foi preciso a intervenção do céu, para dar uma mensagem e ensiná-lo a interpretar.





Quando começaste tua oração, surgiu uma mensagem, que eu vim te contar, porque és querido. Presta atenção à mensagem e estuda a visão.(Daniel, 9,23)





Veja bem, então, quando era preciso que Daniel ficasse atento na mensagem e estudasse a visão que teve.





Vimos que diante mensagem recebida era necessário um estudo minucioso, pois era dado um tempo. A gente vê no início do capítulo de Daniel, que Jerusalém ficaria destruída por 70 anos. Ao fazer a oração pedindo o perdão e a misericórdia de Deus, aparece Gabriel, que diz a ele que veio ensiná-lo a interpretar e que para isso era necessário atenção e estudo. E agora, Daniel terá que estudar e prestar atenção pois foi a exortação feita por aquele que vinha da parte de Deus.





Vejamos: Eram 70 anos de destruição depois do pedido de perdão vem uma palavra em sentido figurado e fala sobre 70 semanas.  Que significa isso?  Se quer saber acesse o blog, na verdade estou dando só uma introdução para a finalidade deste artigo, que são as duas testemunhas que antecederão a vinda de Cristo.





As profecias bíblicas expressam o zelo que Deus tem de  situar-nos dentro dos acontecimentos.Assim temos dados importantes que não podemos deixar despercebido.Muitas das revelações contidas no livro de Daniel referem-se “final do tempo”. Devemos estar atentos a todos os acontecimentos internacionais, pois na seqüência deles poderemos observar o cumprimento real e literal das profecias bíblicas!





Sabemos que quanto ao fim do mundo nem os anjos, nem Jesus, sabem, mas quanto a tribulação, há dados que precisam ser analisados ou pelo menos que a gente esteja atento à bíblia, pois aquele que anda firmemente no caminho do Senhor, não precisa preocupar com a data, mas aqueles que pregam o evangelho, que tem desejo de que o maior número de pessoas se convertam, precisa saber para alertar aos irmãos.





Perguntaram a Jesus: “Dize-nos: quando será isso? Qual será o sinal da tua vinda e do fim do mundo?” Jesus tomou a palavra e disse: “Cuidado para que ninguém vos engane!.Pois muitos virão, usando o meu nome e dizendo: ‘Eu sou o Cristo! ’ E enganarão muita gente.  "Quanto àquele dia e hora, porém, ninguém tem conhecimento, nem os anjos do céu, nem mesmo o Filho, mas somente o Pai".(São Mateus 24, 36). 





Jesus instrui os discípulos sobre os sinais que ocorrerão para ficarem sabendo quando será o fim do mundo e quando o Reino de Deus ficará perto. 





Jesus então diz: "Ouvireis falar de batalhas, notícias de guerras. Prestai atenção e não vos assusteis, pois é preciso que essas coisas aconteçam. Mas ainda não é o fim. De fato, há de se levantar nação contra nação e reino contra reino. Haverá fome e terremotos em vários lugares. Tudo isso é o começo das dores.“Então vos entregarão à tortura e à morte. E por causa do meu nome sereis odiados por todas as nações.Muitos sucumbirão, trairão uns aos outros e se odiarão mutuamente.  Hão de surgir muitos falsos profetas, que enganarão muita gente. A maldade se espalhará tanto que o amor de muitos esfriará. Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo”. A Boa Nova do Reino será proclamado em todo o mundo, como testemunho para todas as nações. E então virá o fim". (São Mateus 24,6-14).





No Catecismo da Igreja Católica (CIC)  João Paulo II fala para nós, Igreja:





“Antes do advento de Cristo, a Igreja deve passar por uma provação final que abalará a fé de muitos crentes. A perseguição que acompanha a peregrinação dela na terra desvendará o ‘mistério da iniquidade’ sob a forma de uma impostura religiosa que há de trazer aos homens uma solução aparente aos seus problemas, à custa da apostasia da verdade” (CIC, 675).





O próprio Catecismo da Igreja Católica nos alerta para essa realidade dolorosa:


“A Igreja só entrará na glória do Reino através desta Páscoa derradeira em que seguirá seu Senhor na sua Morte e Ressurreição” (CIC, 677).





Monsenhor Jonas Abib, esclarece muito bem a cada um de nós, no livro"Céus Novos e uma Terra Nova"  onde ele diz: "Acontecerá uma impostura religiosa. O anticristo aparecerá como alguém bom que fará a proposta de ser o governador do mundo inteiro. E apresentará às pessoas a possibilidade de solucionar os grandes problemas que angustiam a humanidade: fome, habitação, desemprego, saúde, desigualdade, entre os povos…"





Ele continua explicando: "Momentaneamente, o sistema que ele vai querer impor trará solução para os problemas e muitas pessoas vão aplaudi-lo. Terá a arrogância de se mostrar como Deus e se assentar no trono, no meio do Templo, no coração da Igreja, para ser adorado como tal". 





O monsenhor ainda adverte: "A Igreja e o Cristianismo serão acusados de intolerância, de discriminação. Será dito que o Cristianismo, com a noção de pecado, trouxe às pessoas o sentimento de culpa, especialmente em relação ao sexo. Vai-se acusar a Igreja de, em sua história, ter causado a diferença entre os povos e, por consequência, todo tipo de intolerância, ódio, guerras, miséria. O Cristianismo e a Igreja serão o “bode expiatório”. 





De forma simples e esclarecedora o padre continua: "É terrível, mas muita gente vai se deixar levar por essa argumentação e achar que realmente o Cristianismo é intolerante, discriminatório e que a noção de pecado foi o que atrapalhou tudo e todos. Deus está nos dando a graça de dizer, antecipadamente, que tudo isso será mentira, a fim de que ninguém caia nessa impostura, da qual nos fala o Catecismo da Igreja Católica".





É aqui meus amados, que minha atenção se volta no estudo de hoje:





Mas eu darei às minhas duas testemunhas mil duzentos e sessenta dias para profetizarem, trajando vestes de penitência. (Apocalipse 11,3)





Essas duas testemunhas são as duas oliveiras e os dois candelabros que estão diante do Senhor da terra. (Apocalipse 11,4)





E os cadáveres das duas testemunhas vão ficar expostos na praça da grande cidade, que se chama, simbolicamente, Sodoma e Egito, e na qual foi crucificado também o Senhor delas. (Apocalipse 11,8)





Ali estavam também duas oliveiras, uma à direita e outra à esquerda do reservatório de azeite. (Zacarias 4,3)





E eu lhe perguntei: ‘E as duas oliveiras, uma à direita e outra à esquerda do candelabro que significam? ’ (Zacarias 4,11)





Essas duas testemunhas são as duas oliveiras e os dois candelabros que estão diante do Senhor da terra. (Apocalipse 11,4)





E ele explicou: ‘Esses são os dois ungidos, que estão sempre de pé diante daquele que é senhor da terra inteira’. (Zacarias 4,14)





E eu lhe perguntei: ‘E as duas oliveiras, uma à direita e outra à esquerda do candelabro que significam? E tornei a perguntar: ‘Que significam os dois ramos de oliveira que vertem o azeite dourado por dois bicos de ouro? ’Ele me respondeu: ‘Tu não sabes o significado disso? Respondi: ‘Não, meu senhor’.E ele explicou: ‘Esses são os dois ungidos, que estão sempre de pé diante daquele que é senhor da terra inteira’.(Zacarias 4,11-14)





Então vejamos:Essas duas testemunhas são as duas oliveiras que por sua vez são os dois ungidos do Senhor. Isso não dá para negar. Há uma correlação e não tem como ser simbólico, os versículos estão interligados, Daniel, Zacarias e Apocalipse.





Deixa fora o pátio externo do Santuário; não tires as suas medidas, pois foi entregue às nações pagãs, e estas vão calcar aos pés a Cidade Santa durante quarenta e dois meses. (Apocalipse 11,2). 





Depois dos três dias e meio, um sopro de vida veio de Deus, penetrou nos dois e eles ficaram de pé. Um grande medo caiu sobre todos os que olhavam para eles. (Apocalipse 11,11)





Esse versículo acima é sobre as duas testemunhas.





A Fera recebeu uma boca para proferir arrogância e blasfêmias. Recebeu também poder para agir durante quarenta e dois meses. (Apocalipse 13,5)





Vejam que quarenta e dois meses são 1260 dias.





Há duas pessoas que não morreram e foram arrebatadas para o céu em vida. Trata-se de Elias e Henoc.





Elias, cheio de zelo pela Lei, foi arrebatado para o céu. (I Macabeus 2,58)





Henoc agradou a Deus e foi arrebatado ao paraíso, para levar a conversão às nações. (Eclesiástico 44,15)





Já temos uma pista meus irmãos, Henoc não morreu e foi elevado aos céus com vida, para levar a conversão às nações.





Então, tudo indica que uma das testemunhas será HENOC, porque levará conversão ao povo, também pelo fato de não ter morrido e a necessidade de se cumprir Hb 9.27, que diz que morremos uma só vez.





Então, deduz que ele não morreu e como as duas testemunhas vão morrer, então só pode voltar Henoc e Elias que não morreram e que depois dos 1260 dias morrerão.





A outra testemunha acredito que seja Elias, observem o que diz Jesus:





Os discípulos perguntaram a Jesus: “Por que os escribas dizem que primeiro deve vir Elias?”Ele respondeu: “Sim, Elias vem; e porá tudo em ordem.(Mateus 17,10-11)





Estes dois profetas sobrenaturais entrarão em cena nos primeiros 1260 dias (3 anos e meio iniciais) do período de Tribulação.





“Mas eu darei às minhas duas testemunhas mil duzentos e sessenta dias para profetizarem, trajando vestes de penitência.Essas duas testemunhas são as duas oliveiras e os dois candelabros que estão diante do Senhor da terra.Se alguém quiser prejudicá-las, de sua boca sairá um fogo que devorará seus inimigos. Sim, se alguém quiser fazer-lhes mal, é assim que vai morrer.Elas têm o poder de fechar o céu, de modo que não caia chuva alguma enquanto durar a sua missão profética. Elas têm também o poder de transformar as águas em sangue. E sempre que quiserem, podem ferir a terra com todo tipo de praga.Quando elas terminarem o seu testemunho, a fera que sobe do Abismo vai combater contra elas, as vencerá e as matará.


E os cadáveres das duas testemunhas vão ficar expostos na praça da grande cidade, que se chama, simbolicamente, Sodoma e Egito, e na qual foi crucificado também o Senhor delas.Gente de todos os povos, raças, línguas e nações, verá seus cadáveres durante três dias e meio, e não se permitirá que os corpos sejam sepultados.Os habitantes da terra festejarão sua morte, darão parabéns uns aos outros e trocarão presentes, pois esses dois profetas estavam atormentando os habitantes da terra”.Depois dos três dias e meio, um sopro de vida veio de Deus, penetrou nos dois e eles ficaram de pé. Um grande medo caiu sobre todos os que olhavam para eles.Ouviram então uma voz forte vinda do céu e chamando os dois: “Subi para cá!” Eles subiram ao céu, na nuvem, à vista dos seus inimigos.Na mesma hora aconteceu um grande terremoto, e a décima parte da cidade desmoronou. Sete mil pessoas morreram, e os que sobraram ficaram cheios de medo e deram glória ao Deus do céu.Assim passou o segundo “ai”. Eis que o terceiro “ai” chega depressa.O sétimo anjo tocou a trombeta. Vozes bem fortes começaram a exclamar no céu: “O reinado sobre o mundo pertence agora ao nosso Senhor e ao seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre”.E os vinte e quatro Anciãos, que estão sentados em seus tronos diante de Deus, prostraram-se com o rosto em terra e adoraram a Deus,dizendo: “Nós te damos graças, Senhor Deus, Todo-poderoso, aquele ‘que é e que era’, porque assumiste o teu grande poder e começaste a reinar.As nações tinham-se enfurecido, mas chegou a tua ira, e o tempo de julgar os mortos e de dar a recompensa aos teus servos, os profetas, os santos, e os que temem o teu nome, pequenos e grandes; chegou o tempo de destruir os que destroem a terra”.Abriu-se o Santuário de Deus que está no céu e apareceu no Santuário a arca da sua Aliança. Houve relâmpagos, vozes, trovões, terremotos e uma grande tempestade de granizo”.(Apocalipse 11, 3-19)





E os cadáveres das duas testemunhas vão ficar expostos na praça da grande cidade, que se chama, simbolicamente, Sodoma e Egito, e na qual foi crucificado também o Senhor delas. (Apocalipse 11,8)





Então, entendemos que essas duas testemunhas  serão expostas perto de Jerusalém,  pois, foi em Gólgota,na colina que na época de Cristo ficava fora da cidade de Jerusalém, onde Jesus foi crucificado.





Portanto, sinto no meu coração, que essas duas testemunhas, são duas pessoas e tratam de Elias e Henoc., que profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, entretanto, após acabarem o seu “testemunho” , a besta os matará e exporá seus corpos mortos ao vitupério por três dias e meio.



Augusta Moreira dos Santos

Ministério de Pregação e Cura e Libertação.







Tio Jonas- Coordenador da RCC de Vazante



Lucimar Borges do Grupo de Oração São Francisco diz ao Coordenador:



Parabéns Tio Jonas por esses mais 2 anos de Coordenação que o Senhor lhe confiou.





Tio Jonas da RCC de Vazante