sábado, 8 de dezembro de 2012

Sem Mancha do Pecado?Veja a verdade sobre a Imaculada Conceição!








Vamos aqui, neste dia refletir sobre Nossa Senhora e espero convencer você que ainda tem dúvidas sobre a pureza da mesma que ela é de fato uma mulher que fez e faz a grande diferença na nossa história de salvação.





Que Maria nos conceda a graça de diante do seu filho Jesus, interceder por nós.





Em especial neste dia, clamo a Deus que nos dê o entendimento necessário em todas as coisas e nos dê a paz que é tão sonhada e almejada por todos, neste mundo que está tão sedendo do amor do pai.





A Imaculada Conceição é a concepção da Virgem Maria sem mancha do pecado original. É um dogma, que significa verdade de fé, por nós católicos, e neste dogma diz que, desde o primeiro instante de sua existência, a Virgem Maria foi preservada por Deus, da falta de graça santificante que aflige a humanidade, porque ela estava cheia de graça divina. Também acreditamos que a Virgem Maria viveu uma vida completamente livre de pecado.





A festa da Imaculada Conceição, comemorada em 8 de dezembro, foi definida como uma festa universal em 1476 pelo Papa Sisto IV.





Faz muito sentido tudo isso pois sabemos que Jesus viveu como nós, menos no pecado. Ora, para conceber alguém sem pecado, é preciso que essa mulher fosse pura. Não dá para sair de alguém impuro algo puro. Isso é a lógica e diria até científico.




A Imaculada Conceição foi solenemente definida como dogma pelo Papa Pio IX  em 8 de Dezembro de 1854. 





A Igreja Católica considera que o dogma é apoiado pela Bíblia (por exemplo, Maria sendo cumprimentada pelo Anjo Gabriel como "cheia de graça"), bem como pelos escritos dos Padres da Igreja, como Irineu de Lyon e Ambrósio de Milão, pois uma vez que Jesus tornou-se encarnado no ventre da Virgem Maria, era necessário que ela estivesse completamente livre de pecado para poder gerar seu Filho.





Fontes bíblicas





Em sua Constituição Apostólica , que definiu oficialmente a Imaculada Conceição como dogma, o Papa Pio IX recorreu principalmente para a afirmação de Gênesis 3:15, onde Deus disse: "Eu Porei inimizade entre ti e a mulher, entre sua descendência e a dela", assim, segundo esta profecia, seria necessário uma mulher sem pecado, para dar à luz o Cristo, que reconciliaria o homem com Deus. 





O verso "Tu és toda formosa, meu amor, não há mancha em ti" , no Cântico dos Cânticos (4,7) é usado para defender a Imaculada Conceição, outros versos incluem:"Pode o puro[Jesus]Vir dum ser impuro? Jamais!"(Jó 14:4)





Maria é considerada a Arca da Nova da Aliança (Apocalipse 11:19) e, portanto, a Nova Arca seria igualmente "incorruptível" ou "imaculada".





São Tomás de Aquino já no final de sua vida dizia :Ela é, pois, puríssima também quanto à culpa, pois nunca incorreu em nenhum pecado, nem original, nem mortal ou venial”.





Este retorno à tese original encontra-se também em várias obras da época final de São Tomás, como por exemplo na Postiila Super Psalmos de 1273, onde se lê no comentário do Salmo 16, 2: “Em Cristo a Bem-Aventurada Virgem Maria não incorreu absolutamente em nenhuma mancha” ou no Salmo 18, 6: “Que não teve nenhuma obscuridade de pecado”.





Em 8 de dezembro de 1854, Pio IX,  fez a definição oficial do dogma da Imaculada Conceição de Maria. Assim o Papa se expressou:“Em honra da santa e indivisa Trindade, para decoro e ornamento da Virgem Mãe de Deus, para exaltação da fé católica, e para incremento da religião cristã, com a autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados Apóstolos Pedro e Paulo, e com a nossa, declaramos, pronunciamos e definimos a doutrina que sustenta que a beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante de sua conceição, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha de pecado original, essa doutrina foi revelada por Deus e, portanto, deve ser sólida e constantemente crida por todos os fiéis”.





Portanto, irmãos, somos do entendimento que Nossa Senhora, foi mesmo pura e livre do pecado por tudo o que narramos acima.





Glória a Deus que nos deu o seu filho Jesus por meio de Maria.





Augusta Moreira dos Santos


Ministério de pregação e Cura e Libertação


Bela Vista do Maranhão-MA-Vazante-MG




sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Os pecadinhos de cada dia que precisam ser eliminados da nossa vida.










Vou citar agora só um e veja o estrago que faz em nós, que é a ambição que é sinônimo de cobiça.





Constam Cinco versículos bíblicos sobre a ambição. O significado de ambição é desejo imoderado de glória, fortuna, etc. É também o sinônimo de cobiça.





Adonias filho de Hagit encheu-se de ambição e andava declarando: “Eu vou ser rei!” Providenciou para si um carro, cavalos e cinqüenta homens para o escoltar. (I Reis 1,5)





Nós todos também fomos desse número, abandonando-nos à ambição de nossa vida na carne, satisfazendo os desejos da carne e seguindo seus propósitos. E, como os demais, éramos, por natureza, destinados à ira. (Efésios 2,3)





Aqueles, porém, não anunciam Cristo com honestidade, mas por ambição, visando agravar meu sofrimento na prisão. (Filipenses 1,17)





Nada façais por ambição ou vanglória, mas, com humildade, cada um considere os outros como superiores a si (Filipenses 2,3)





Aliás, sabeis muito bem que nunca bajulamos ninguém, nem fomos movidos por alguma ambição disfarçada — Deus é testemunha. (I Tessalonicenses 2,5)





Já que ambição é cobiçar vejamos alguns versículos bíblicos também:





Que diremos então? Que a Lei é pecado? De modo algum. Mas foi através da Lei que eu conheci o pecado. Nem mesmo a cobiça eu conheceria, se a lei não dissesse: “Não cobiçarás”. (Romanos 7,7)





Aproveitando a ocasião oferecida pelo preceito, o pecado produziu em mim toda espécie de cobiça. Pois, sem a Lei, o pecado é coisa morta. (Romanos 7,8)





De fato, os mandamentos: “Não cometerás adultério”, “Não matarás”, “Não roubarás”, “Não cobiçarás”, e qualquer outro mandamento, se resumem neste: “Amarás o próximo como a ti mesmo”. (Romanos 13,9)





Cobiçais, mas não conseguis ter está em Tiago 4,2 então, cobiça significa o desejo imoderado de possuir.





Portanto, amados irmãos, somos do entendimento de que há muita coisa em nosso interior que precisa ser trabalhada e devemos começar de imediato isso em nós, pois no céu não poderá entrar ninguém com defeitos.





Então, que tal iniciarmos combatendo esse veneno que citei acima?





Augusta Moreira dos Santos.













Cópia autêntica da Peça do Processo de Cristo, existente no Museu da Espanha.

Jesus crucificado






"Cópia autêntica da Peça do Processo existente no Museu da Espanha"










No ano dezenove de TIBÉRIO CÉSAR, Imperador Romano de todo o mundo, Monarca invencível na Olimpíada Cento e vinte e um, e na Ilíada vinte e quatro, da criação do mundo, segundo o número cômputo dos Hebreus, quatro vezes mil cento e oitenta e sete, do progênito do Império Romano, no ano setenta e três, e na Libertação do Cativeiro da Babilónia, no ano mil duzentos e sete, sendo governador da Judéia QUINTO SÉRGIO; sob regimento e Governador da cidade de Jerusalém, Presidente Gratíssimo, PÔNCIO PILATOS; regente na Baixa Galiléia, HERODES ANTIPAS; pontífice do sumo sacerdote CAIFÁS; magnos do Templo, ALIS ALMEL, ROBAS ACASEL, FRANCHIMO CENTAURO; cônsules romanos da cidade de Jerusalém, QUINTO CORNÉLIO SUBLIME e SIXTO RUSTO, no mês de março e dia XXV do ano presente – Eu PÔNCIO PILATOS, aqui presidente do IMPÉRIO ROMANO, dentro do Palácio e arqui-residência. Julgo, condeno e sentencio à morte JESUS, chamado pela plebe CRISTO NAZARENO – e galileu da nação, homem sedioso, contra a lei mosaica – contrário ao grande Imperador TIBÉRIO CÉSAR.

Determino e ordeno por esta, que se lhe dê morte na cruz, sendo pregado com cravos como todos os réus, porque congregando e ajuntando homens, ricos e pobres, não tem cessado de promover tumultos por toda a Judéia, dizendo-se filho de DEUS e REI DE ISRAEL, ameaçando com a ruína de Jerusalém e do Sacro Templo, negando o tributo a César, tendo ainda o atrevimento de entrar com ramos e em triunfo, com grande parte da plebe, dentro da cidade de Jerusalém.

Que seja ligado e açoitado, e que seja vestido de púrpura e coroado com alguns espinhos, com a própria cruz aos ombros para que sirva de exemplo a todos os malfeitores, e juntamente com ele, sejam conduzidos dois ladrões homicidas; saindo logo pela porta sagrada, hoje ANTONIANA, e que se conduza JESUS ao monte público da justiça, chamado CALVÁRIO, onde, crucificado e morto ficará seu corpo na cruz, como espectáculo para todos os malfeitores, e que sobre a cruz se ponha em diversas línguas, este título: IESUS NAZARENUS, REX JUDEOURUM (Jesus Nazareno, rei do judeus). Mando também, que nenhuma pessoa de qualquer estado ou condição se atreva temerariamente a impedir a justiça por mim mandada, administrada e executada com todo o rigor, segundo os Decretos e Leis Romanas, sob a pena de rebelião contra o Império Romano.

Testemunhas da nossa sentença, pelas doze tribos de Israel: RABAIM, DANIEL, RABAIM, JOAQUI, BANBASU, LARÈ PETUCULANI. Pelos fariseus: BULLIENIEL, SIMEÃO, RANOL, BABBINE MANDOANO, CURFOSSI. Pelo Império Romano e pelo presidente de Roma: LUCIO SEXTILO e AMANCIO CHILICIO.

FINIS.



Bibliografia: ("Manual do Magistrado", Jucid Peixoto do Amaral, Ed. Forense, 4ª ed., 1992.) - (Os Grandes Julgamentos da História, Otto Pierre Editores, in José Geraldo da Silva, Direito Penal Brasileiro, págs. 45 e 46, nota 14).

Se fosse Jesus executado pelo Sinédrio, só o seria no dia seguinte ao da sentença; o direito mosaico mandava espaçar a condenação da execução. Pilatos, porém deu imediata execução à sua sentença impedindo que o réu apelasse a Tibério César, como fez Paulo (Atos 25:11) Pilatos, pelo direito comparado (execução da pena) com duas testemunhas falsas, (culpa jurídica) era o único dos cinco juizes (Anás, Caifás, Sinédrio pleno, Herodes, Pilatos) que tanto podia condená-lo como absolvê-lo.

Os principais erros jurídicos ocorridos neste processo foram:

1) Julgamento nocturno, contrário às leis hebraica e romana, não dando ao processo publicidade;

2) Conflito de jurisdição: 4 juizes no mesmo processo;

3) Falta de autoridade de Anás só, para interrogar Jesus, fora do Sinédrio;

4) Herodes, em Jerusalém, não tem jurisdição sobre Jesus - só na Galiléia;

5) Testemunhas falsas, aliciadas pelos juizes.

Fonte: www.jornaldosmunicipios.go.to




quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

“Devemos ser uma só alma, pela fé do Evangelho”.







Olá!




Para entendermos o título vamos fazer um estudo em forma de reflexão. Observemos os detalhes.





Alguns proclamam a Palavra de Deus por inveja, rivalidade e ambição.





Com efeito, em todo o pretório e em toda a parte, se ficou sabendo que eu estou na prisão por causa de Cristo.E a maioria dos irmãos, encorajada no Senhor pela minha prisão, redobra de audácia, proclamando sem medo a Palavra.Alguns, é verdade, o fazem por inveja e rivalidade, mas outros proclamam a Cristo com boa intenção.(Filipenses 1,13-15)





Paulo estava preso e explica a comunidade que o importante é que Cristo seja anunciado, não importando se com boa intenção ou não.





Sabemos que ele disse assim, porque no julgamento muitos que dirão ao Senhor, fiz isso ou aquilo e Jesus vai dizer para ele sai para lá servo mau, não te conheço!





Paulo vem explicar o estágio na vida cristã de quem tem oposição a outro cristão através da rivalidade:





“pois ainda estais no nível da carne. As rivalidades e contendas que existem no meio de vós acaso não mostram que sois carnais e que procedeis de modo humano apenas? (I Coríntios 3,3)”





Sabemos que rivalidade significa concorrência de pessoas que pretendem a mesma coisa.





São Paulo adverte aquele povo:





“Procedamos honestamente, como em pleno dia: nada de glutonerias e bebedeiras, nada de orgias e imoralidades, nem de contendas e rivalidades”. (Romanos 13,13)





Veja adiante o conselho que Paulo dá aos cristãos:





estais firmes num só espírito, lutando juntos, com uma só alma, pela fé do Evangelho,(Filipenses 1,27b)





Infelizmente não é o que a gente vê. Lamentavelmente até mesmo entre os líderes cristãos há essa disputa, tanto que matam alguns na Igreja, claro que digo em sentido figurado. 





Não deixam eles fazerem a vontade de Deus. Não deixam usar as ferramentas que Deus lhes deu pois não dão espaço para o outro servir e Paulo vem nos dizer que devemos ser uma só alma, pela fé do Evangelho.





Esse texto abaixo fala por si, não há o que comentar, só não entende quem não quer entender:


Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre, por seu bom procedimento, que suas ações são feitas na mansidão inspirada pela sabedoria.Mas, se fomentais, no coração, amargo ciúme e rivalidade, não vos ufaneis disso, mas deixai de mentir contra a verdade.Essa não é a sabedoria que vem do alto. Ao contrário, é terrena, egoísta, diabólica!Onde há inveja e rivalidade, aí estão as desordens e toda espécie de obras más.A sabedoria, porém, que vem do alto é, antes de tudo, pura, depois pacífica, modesta, conciliadora, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem fingimento.O fruto da justiça é semeado na paz, para aqueles que promovem a paz.(São Tiago 3,13-18)





Isso é viver pela vé, veja:





Para mim, de fato, o viver é Cristo e o morrer, lucro.(Filipenses 1,21)





Quem não quer sofrimento não deve seguir o Cristo pois a palavra de Deus é clara:





A vós foi concedida a graça, não só de crer em Cristo, mas também de sofrer por ele,(Filipenses 1,29)





Então aceitar o sofrimento é pela graça de Deus. Somente pela misericórdia do Senhor podemos tudo suportar por amor ao Senhor.





Nada façais por ambição ou vanglória, mas, com humildade, cada um considere os outros como superiores a si (Filipenses 2,3)





É, meus irmãos, devemos deixar o egoísmo de lado e para isso precisamos exercita-lo. Observe:





e não cuide somente do que é seu, mas também do que é dos outros.(Filipenses 2,4)





Continuemos: “Mais que isso, julgo que tudo é prejuízo diante deste bem supremo que é o conhecimento do Cristo Jesus, meu Senhor. Por causa dele, perdi tudo e considero tudo como lixo, a fim de ganhar Cristo e ser encontrado unido a ele. E isto, não com a minha justiça que vem da Lei, mas com a justiça que vem pela fé em Cristo, a justiça que vem de Deus, com base na fé”.(Filipenses 3,8-9)





Você pode observar que Paulo disse que o conhecimento de Jesus é um bem superior e que foi adquirido não com a justiça através da lei e sim com a justiça através a fé. Observe: “E isto, não com a minha justiça que vem da Lei, mas com a justiça que vem pela fé em Cristo, a justiça que vem de Deus, com base na fé”.





Entendamos o que significa essas palavras: Paulo era fariseu que é o nome dado a um grupo de judeus devotos à Torá, surgidos no século II a.C. Os fariseus são opositores dos saduceus, criaram uma Lei Oral, em conjunto com a Lei escrita, e foram os criadores da instituição da sinagoga. 





Então, os fariseus são "aqueles que se separaram" do resto da população comum para se consagrar o estudo da Torá e das suas tradições.





Torá chamado também de Lei de Moisés são os livros que contém os relatos sobre a criação do mundo, da origem da humanidade, do pacto de Deus com Abraão e seus filhos, e a libertação dos filhos de Israel do Egito e sua peregrinação de quarenta anos até a terra prometida. 





A oposição ferrenha ao Cristianismo rendeu aos fariseus através dos tempos uma figura de fanáticos e hipócritas que apenas manipulam as leis para seu interesse.





Assim, Paulo como Fariseu era irrepreensível diante da justiça que vinha da lei deles.





Tanto, que em Filipenses descreve muito bem quem era Paulo:fui circuncidado no oitavo dia, sou da raça de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu filho de hebreus; quanto à observância da Lei, fariseu;no tocante ao zelo, perseguidor da Igreja; quanto à justiça que vem da Lei, irrepreensível.(Filipenses 3,5-6)





Paulo perdeu tudo, por amor, abandonou a vida velha para seguir o Cristo. Teve uma experiência com o ressuscitado.





a o que está à frente.Lanço-me em direção à meta, para conquistar o prêmio que, do alto, Deus me chama a receber no Cristo Jesus.(Filipenses 3,14)





Seja a vossa amabilidade conhecida de todos os homens! O Senhor está próximo.(Filipenses 4,5)





Paulo aqui dá um exemplo de maturidade cristã:


Sei viver na penúria e sei viver na abundância. Aprendi a viver em toda e qualquer situação: estando farto ou passando fome, tendo de sobra ou passando falta.(Filipenses 4,12)





Agora, tenho tudo em abundância. Tenho até demais, depois que recebi de Epafrodito as vossas ofertas. Elas são como um suave perfume, um sacrifício aceito e agradável a Deus.(Filipenses 4,18)





Sim, aquele homem de Deus, diz da importância da partilha e fala que ela é um suave perfume e agradável ao Senhor.





Portanto, somos do entendimento de que é preciso vivenciar a palavra de Deus e aprender a partilhar, tanto funções na igreja, quanto os bens, pois aquilo que tenho de sobra pode esta faltando para o irmãos. Partilhemos com amor as nossas ofertas, como alegria, paz, bondade, a própria palavra de Deus, para que possamos ser uma só alma e as pessoas possam dizer: vede como eles se amam.





Augusta Moreira dos Santos


Ministério de pregação e Cura e Libertação.
































quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

“Deus seja louvado” das cédulas de real. “falta do que fazer”.










* Apresentadora do SBT diz que defensores do Estado laico são intolerantes.






Ao comentar a notícia sobre a decisão da juíza Diana Brunstein, da 7ª Vara da Justiça Federal em São Paulo, que negou o pedido do MPF de retirar a frase “Deus seja louvado” das cédulas de real, a apresentadora Rachel Sheherazade, do SBT Brasil, criticou os defensores do Estado laico e concordou com o presidente do Senado que classificou o pedido como “falta do que fazer”.





A decisão foi dada na última sexta-feira (30) e no mesmo dia se tornou reportagem no jornal da emissora de Silvio Santos. Ao fazer o comentário, a jornalista disse que os laicistas são “intolerantes” e que estão perseguindo o cristianismo.





“Liberdade, honestidade, respeito, justiça são todos princípios do cristianismo, o mesmo cristianismo que vem sendo perseguido pelos defensores do estado laico. Intolerantes, eles são contra o ensino religioso, são contra as cruzes em repartições públicas e agora voltaram sua ira contra a minúscula citação nas notas de real”, disse Sheherazade.





A jornalista cita que a Constituição Federal pode ser o próximo alvo dos defensores do Estado laico, que vão se voltar contra a citação de Deus contida na Carta Magna, mas que para isto terão que entrar com um pedido de emenda constitucional que tem um processo bem mais longo do que estas ações cíveis movidas por eles.


Fonte:http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/32248-apresentadora-do-sbt-diz-que-defensores-do-estado-laico-sao-intolerantes







Bento XVI: A Teologia da Libertação foi um "milenarismo" que não se justifica hoje




Em declarações concedidas hoje aos jornalistas durante o vôo rumo ao Brasil, o Papa Bento XVI assinalou que a Teologia da Libertação foi uma forma do Milenarismo" que não tem justificação na atual realidade latino-americana, especialmente ante a difusão da autêntica preocupação social da Igreja.





Ao explicar que "a missão da Igreja é religiosa, mas se abre às soluções dos grandes problemas sociais", o Pontífice disse durante a improvisada conferencia de imprensa no avião que "há sempre espaço para um debate legítimo sobre como criar as condições para a libertação humana e sobre como fazer eficaz a doutrina da Igreja e indicar as condições humanas e sociais, as grandes linhas nas quais os valores podem crescer".





Entretanto, o Papa esclareceu que hoje "mudou profundamente a situação na qual a teologia da libertação nasceu". "É evidente que as fáceis promessas que faziam acreditar que podem conseguir de uma revolução as condições para uma vida completa estavam equivocados; isto agora sabem todos e o ponto é como a Igreja deve estar presente na luta pela justiça: sobre isto se dividem teólogos e sociólogos", adicionou.





O Santo Padre explicou que antes de ser Pontífice, "na Congregação para a Doutrina da Fé tratamos de fazer uma ação de discernimento para nos liberar dos falsos milenarismos e da politização".





Bento XVI se referiu também à Teologia da Libertação como um "fácil Milenarismo, que acreditou melhorar as condições de vida com a revolução". O Milenarismo é a heresia que acreditava na iminência do fim do mundo e o advento de um reino terreno de paz e justiça perfeitas que duraria mil anos.





As idéias da Teologia da Libertação, acrescentou o Papa, "eram errôneas, mas isto todos já sabem".





O Papa se referiu também à figura do assassinado Arcebispo de São Salvador, Dom Oscar Arnulfo Romero, e advertiu que "uma parte política queria apropriar-se deste personagem", que em sua opinião, "merece ser beatificado".





O Santo Padre explicou também que "a mudança da situação política na América Latina propiciou também a mudança substancial da doutrina que prega" a Teologia da Libertação; e esclareceu que "o magistério da Igreja não pretendeu destruir o sentido de justiça social, mas sim reconduzi-lo pelo caminho justo". (ACI)

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

O que a Igreja Católica diz sobre a Segunda vinda de Cristo?








I. «Voltará na sua glória»


CRISTO REINA, DESDE JÁ, PELA IGREJA…


668. «Cristo morreu e voltou à vida para ser Senhor dos mortos e dos vivos» (Rm 14, 9). A ascensão de Cristo aos céus significa a sua participação, na sua humanidade, no poder e autoridade do próprio Deus. Jesus Cristo é Senhor: Ele possui todo o poder nos céus e na Terra. Está «acima de todo o principado, poder, virtude e soberania», porque o Pai «tudo submeteu a seus pés»(Ef 1, 20-22). Cristo é o Senhor do cosmos (605) e da história, N’Ele, a história do homem, e até a criação inteira, encon­tram a sua «recapitulação» (606), o seu acabamento transcendente.


669. Como Senhor, Cristo é também a cabeça da Igreja, que é o seu corpo (607). Elevado ao céu e glorificado, tendo assim cumprido plenamente a sua missão, continua na terra por meio da Igreja. A redenção é a fonte da autoridade que Cristo, em virtude do Espírito Santo, exerce sobre a Igreja (608). «O Reino de Cristo já está misteriosamente presente na Igreja» (609), «gérmen e princípio deste mesmo Reino na Terra» (610).


670. Depois da ascensão, o desígnio de Deus entrou na sua consumação. Estamos já na «última hora» (1 Jo 2, 18) (611). «Já chegou pois, a nós, a plenitude dos tempos, a renovação do mundo já está irrevogavelmente adquirida e, de certo modo, encontra-se já realmente antecipada neste tempo: com efeito, ainda aqui na Terra, a Igreja está aureolada de uma verdadeira, embora imperfeita, santidade» (612). O Reino de Cristo manifesta já a sua presença pelos sinais miraculosos (613) que acompanham o seu anúncio pela Igreja (614).


… À ESPERA DE QUE TUDO LHE SEJA SUBMETIDO


671. Já presente na sua Igreja, o Reino de Cristo, contudo, ainda não está acabado «em poder e glória» (Lc 21, 27) (615) pela vinda do Rei à terra. Este Reino ainda é atacado pelos poderes do mal (616), embora estes já tenham sido radicalmente vencidos pela Páscoa de Cristo. Até que tudo Lhe tenha sido submetido (617), «enquanto não se estabelecem os novos céus e a nova terra, em que habita a justiça, a Igreja peregrina, nos seus sacramentos e nas suas instituições, que pertencem à presente ordem temporal, leva a imagem passageira deste mundo e vive no meio das criaturas que gemem e sofrem as dores do parto, esperando a manifestação dos filhos de Deus» (618). Por este motivo, os cristãos oram, sobretudo na Eucaristia (619), para que se apresse o regresso de Cristo (620), dizendo-Lhe: «Vem, Senhor» (Ap 22, 20) (621).


672. Cristo afirmou, antes da sua ascensão, que ainda não era a hora do estabelecimento glorioso do Reino messiânico esperado por Israel (622), o qual devia trazer a todos os homens, segundo os profetas (623), a ordem definitiva da justiça, do amor e da paz. O tempo presente é, segundo o Senhor, o tempo do Espírito e do testemunho (624) mas é também um tempo ainda marcado pela «desolação» (625) e pela provação do mal (626), que não poupa a Igreja (627) e inaugura os combates dos últimos dias (628). É um tempo de espera e de vigília (629).


A VINDA GLORIOSA DE CRISTO, ESPERANÇA DE ISRAEL


673. A partir da ascensão, a vinda de Cristo na glória está iminente (630) mesmo que não nos «pertença saber os tempos ou os momentos que o Pai determinou com a sua autoridade» (Act 1, 7) (631). Este advento escatológico pode realizar-se a qualquer momento (632), ainda que esteja «retido», ele e a provação final que o há-de preceder (633).


674. A vinda do Messias glorioso está pendente, a todo o momento da história (634), do seu reconhecimento por «todo o Israel» (635), do qual «uma parte se endureceu» (636) na «incredulidade» (Rm 11, 20) em relação a Jesus. E Pedro quem diz aos judeus de Jerusalém, após o Pentecostes: «Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que os pecados vos sejam perdoados. Assim, o Senhor fará que venham os tempos de alívio e vos mandará o Messias Jesus, que de antemão vos foi destinado. O céu tem de O conservar até à altura da restauração universal, que Deus anunciou pela boca dos seus santos profetas de outrora» (Act 3, 19-21). E Paulo faz-se eco destas palavras: «Se da sua rejeição resultou a reconciliação do mundo, o que será a sua reintegração senão uma ressurreição de entre os mortos?» (Rm 11, 15). A entrada da totalidade dos judeus (637) na salvação messiânica, a seguir à «conversão total dos pagãos» (638), dará ao povo de Deus ocasião de «realizar a plenitude de Cristo» (Ef 4, 13), na qual «Deus será tudo em todos» (1 Cor 15, 2).


A ÚLTIMA PROVA DA IGREJA


675. Antes da vinda de Cristo, a Igreja deverá passar por uma prova final, que abalará a fé de numerosos crentes (639). A perseguição, que acompanha a sua peregrinação na Terra (640), porá a descoberto o «mistério da iniquidade», sob a forma duma impostura religiosa, que trará aos homens uma solução aparente para os seus problemas, à custa da apostasia da verdade. A suprema impostura religiosa é a do Anticristo, isto é, dum pseudo-messianismo em que o homem se glorifica a si mesmo, substituindo-se a Deus e ao Messias Encarnado (641).


676. Esta impostura anticrística já se esboça no mundo, sempre que se pretende realizar na história a esperança messiânica, que não pode consumar-se senão para além dela, através do juízo escatológico. A Igreja rejeitou esta falsificação do Reino futuro, mesmo na sua forma mitigada, sob o nome de milenarismo (642), e principalmente sob a forma política dum messianismo secularizado, «intrinsecamente perverso» (643).


677. A Igreja não entrará na glória do Reino senão através dessa última Páscoa, em que seguirá o Senhor na sua morte e ressurreição (644). O Reino não se consumará, pois, por um triunfo histórico da Igreja (645) segundo um progresso ascendente, mas por uma vitória de Deus sobre o último desencadear do mal (646), que fará descer do céu a sua Esposa (647). O triunfo de Deus sobre a revolta do mal tomará a forma de Juízo final (648), após o último abalo cósmico deste mundo passageiro (649).


II. «Para julgar os vivos e os mortos»


678. Na sequência dos profetas (650) e de João Baptista (651), Jesus anunciou, na sua pregação, o Juízo do último dia. Então será revelado o procedimento de cada um (652) e o segredo dos corações (653). Então, será condenada a incredulidade culpável, que não teve em conta a graça oferecida por Deus (654). A atitude tomada para com o próximo revelará a aceitação ou a recusa da graça e do amor divino (655). No último dia, Jesus dirá: «Sempre que o fizestes a um dos meus irmãos mais pequeninos, a Mim o fizestes» (Mt 25, 40).


679. Cristo é Senhor da vida eterna. O pleno direito de julgar definitivamente as obras e os corações dos homens pertence-Lhe a Ele, enquanto redentor do mundo. Ele «adquiriu» este direito pela sua cruz. Por isso, o Pai entregou «ao Filho todo o poder de julgar» (Jo 5, 22) (656). Ora, o Filho não veio para julgar, mas para salvar (657) e dar a vida que tem em Si (658). É pela recusa da graça nesta vida que cada qual se julga já a si próprio (659), recebe segundo as suas obras (660) e pode, mesmo, condenar-se para a eternidade, recusando o Espírito de amor (661)


Fonte: http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p1s2cap2_422-682_po.html


Fonte:http://blog.cancaonova.com/leandrocouto/2012/11/20/a-segunda-vinda-de-cristo/



Santa Clara-Padroeira da Televisão













O que transformava o Mosteiro de São Damião num lugar privilegiado de oração era, em particular, a celebração da Liturgia das Horas, oração oficial da Igreja, à qual Clara e toda a comunidade consagravam maior parte do dia e da noite.





Numa noite de Natal, Clara encontrava-se acamada, doente, e não pôde ir à capela rezar as Matinas. Ficou sozinha em São Damião e começou a meditar sobre o pequenino Jesus e, sofrendo muito por não assistir seus louvores, suspirou: “Senhor Deus, deixaram-me aqui sozinha para Vós”. Segundo Celano, nas Fontes Históricas, eis que de repente começou a ressoar em seus ouvidos o maravilhoso concerto que se desenrolava na Igreja de São Francisco. Escutava o júbilo dos irmãos salmodiando, ouvia a harmonia dos cantores, percebia até o som dos instrumentos.





O lugar não era tão próximo que pudesse chegar a isso humanamente: ou a solenidade tinha sido amplificada até ela pelo poder divino, ou seu ouvido tinha sido reforçado de modo sobre-humano. Mas o que superou todo esse prodígio foi que mereceu ver o próprio presépio do Senhor. Quando as filhas vieram, de manhã, disse a bem-aventurada Clara: “Bendito seja o Senhor Jesus Cristo, que não me deixou quando vocês me abandonaram. Escutei, por graça de Cristo, toda a solenidade celebrada esta noite na Igreja de São Francisco”.





Devido a esse fato, o Papa Pio XII declarou Santa Clara padroeira da Televisão por decreto de 14 de fevereiro de 1958





A Visita e o Trânsito de São Francisco







Depois de receber as chagas de Nosso Senhor, Francisco precisava partilhar o fato com uma pessoa: Clara. Então, determinou que o levassem até São Damião. Fora lá que o Crucificado lhe tinha falado pela primeira vez. Lá estavam as irmãs pobres de Clara. Sabia Francisco que se tratava de um viveiro de almas escolhidas e abençoadas por Deus. Para abriga-lo foi construída uma cabana perto do conventinho. 





Ali, Francisco haveria de se proteger do sol porque seus olhos não suportavam mais a claridade forte. Contam as lendas que os morcegos não abandonavam sua cabana.





Clara se dispôs a preparar ataduras, fios, emplastros, feitos com ervas medicinais, chinelos de tecido para os pés chagados do Pai. Podemos bem imaginar a alegria e a tristeza vividas pelas irmãs. Não cessavam de rezar pelo Pai tão doente e tão repleto de graças do amor do Senhor. Foi nesse quadro de exultação e dor que Francisco teria composto o Cântico das Criaturas.





Todo abrasado de fervor o cantor das criaturas, já quase cego, vivendo mais no céu do que na terra, perto de suas irmãs estimadas, apresentou a Deus um dos mais belos louvores que já subiram da terra até o céu.





No final de setembro de 1226, o Santo manifestou o desejo de terminar seus dias na Porciúncula. Lá tudo havia começado e lá a Irmã Morte o visitou. A Páscoa de Francisco se deu a 3 de outubro de 1226.





As clarissas de São Damião tiveram a alegria de receber o corpo de Francisco por alguns instantes. Antes de entrar na cidade, o cortejo tomou um atalho que conduzia até São Damião. Entre sentimentos de alegria e de tristeza, as irmãs beijavam suas mãos abençoadas e enfeitadas com as chagas do Senhor.





Com a morte e o sepultamento de Francisco, encerrava-se a convivência de Clara com o exemplo vivo do Evangelho.





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A Decisão e a Fuga de Santa Clara de Assis






Exultante de alegria, Clara fixou seus olhos nos olhos de Francisco e, sem hesitar, disse: “É minha firme intenção viver só para Cristo, pobre como Ele. Por isso, decidi fugir de casa, para não retornar jamais!” Francisco olhou-a ternamente e disse-lhe com simplicidade: “Irmã, se assim te inspira o Senhor, no momento em que fugires, eu estarei a te esperar com meus irmãos em Santa Maria dos Anjos!” Depois, antes de se despedirem, ambos combinaram a data: a noite de Domingo de Ramos para segunda-feira santa. No dia 18 de março de 1212, Clara levantou-se bem cedo, vestiu o mais belo vestido e, com algumas amigas, dirigiu-se à catedral para a cerimônia religiosa. A liturgia do Domingo de Ramos era muito longa: dDevia-se proceder à bênção e distribuição dos ramos; seguia a procissão, a celebração da missa com as leituras, as orações e a “Paixão”.





Clara estava sentada e acompanhava em silêncio. Pensava na fuga daquela noite, que a levaria para longe de casa, para não mais retornar. Quando o Bispo Guido começou a distribuição das palmas, ela não se moveu; permaneceu sentada, com a cabeça inclinada. O Bispo notou a sua ausência; olhou-a e, como que inspirado, levantou-se, desceu os degraus da cátedra e, acompanhado dos clérigos, encaminhou-se para ela; entregou-lhe a palma e a abençoou.





Clara beijou o anel do Bispo, tomou a palma e, comovida, estreitou-a ao seio. Depois inclinou ainda a cabeça e recitou uma oração. Agora, não lhe restava senão andar…





A fuga na noite





Quando a noite já estava avançada, colocou um manto negro sobre o vestido de festa, cobriu a cabeça com um véu e, na ponta dos pés, dirigiu-se para a “porta dos mortos”. Queria sair escondida e, saindo por aquela porta, estava certa de que não encontraria ninguém. Com suas mãos delicadas, removeu a lenha e os utensílios que estavam colocados contra a saída, fez força sobre os ferrolhos e sobre as trancas e, pouco depois, se encontrou na estrada.





A espreita, numa esquina, uma amiga muito querida a esperava: Pacífica de Guelfuccio. Com passo ligeiro, juntas, encaminharam-se para Santa Maria dos Anjos.





Narram os “Fioretti” que aquela noite era mais “clara” do que de costume, e que as estrelas olhavam do alto para proteger o seu caminho. Aguardando-as no limite do bosque, estavam dois frades com archotes acesos.





Com eles, embrenharam-se entre as folhagens, em direção a uma luz que brilhava pouco além: era a Porciúncula.





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