terça-feira, 11 de dezembro de 2012

LOL! - "quem educa seu filho encontrará nele motivo de alegria”,

shalom



LOL! ¹




 “Lol! O pai acabou de sair daqui. As luzes estavam apagadas e as cortinas fechadas, ele nem me viu direito. Foi show pintar as paredes de azul escuro e laranja. Fica tudo na bruma, meu! Só gritou: “Seu Kauê, quero ver o dever feito quando chegar!” Bizarro! Nunca ligou para dever, nunca foi me pegar no colégio, nunca pôs o pé em reunião de pais, nunca saiu comigo e agora quer dar uma de careta! Pô, qual é, bicho? Que foi que te mordeu? Aposto que a mãe te deu aquele livro careta dela prá ler... se é que ‘tu sabe’ ler... só te vi até hoje com a Playboy e olhe lá... 





Isso cheira a perigo! É preciso planejar um contra-ataque. Fácil! Um toque no controle remoto do som “nas alturas”, como ele diz. O jogo que downloadei, cheio de tiros e barulho de carros correndo, cantando pneu, derrapando, freiando... Pronto! Perfeito! Para completar, um clipezinho básico da MTV com acompanhamento fera de guitarra do gatinho aqui e, como toque final, os headphones para fingir que não ouço, caso ele fale comigo. Agora é contagem regressiva: “três... dois... um... fogo!... três... dois... um... fogo!” Ué?!? 





Cadê ele? Sair não saiu, que ainda estava de pijama... Será que coloquei a corrente no trinco? ... Vou deixar a porta só encostada e tentar novamente... Força total, galerinha...”três... dois... um...um... um... “ ué, será que displugou? Já sei! Arrependeu-se porque quis mandar em mim e foi pedir o milk shake. É esperar... Daqui a pouco bate na porta: “Kauê, meu filho, vem tomar teu lanche... É o shake que você gosta... porção especial de calda de chocolate...” Eh, eh... tá no papo...”





 Alguns minutos se passam e, interrompendo sua “diarréia mental” característica, com completa ausência de lógica e de parágrafos, em um verdadeiro atentado ao português, Kauê verifica a área para montar nova estratégia:


 “Melhor abrir um pouco mais a porta. Vai ver ele deixou a bandeja no chão... Nada... Lô! ² O que deu nele? ... Pô, cara, vou ter que fumar o último baseado! Ontem a Nadine acabou com meu estoque! Vá lá... bem que valeu a pena... “ E, após um breve devaneio apaixonado:





“É infalível! Ele sente o cheiro e logo vem, desconfiado, bater na porta, inventar uma desculpa para me tirar do quarto... Tudo pronto: som “nas alturas”, game on, MTV, guitarrinha básica do fera aqui no acompanhamento, fumacê e porta entre-aberta. Contagem regressiva para ele vir se arrastar aos meus pés e nem mais se lembrar de tarefa – ou “dever”, como diz o careta. “Três... dois... um... fogo!”





 “Kauê, Kauê, meu filho!”, bate o pai na porta. “Você quer que peça aquele shake de que você gosta?”


 Vitorioso, Kauê soca o ar, triunfal: “Não responde, Kauê, não responde! Tá na mão! Tá na mão, bicho!”, festeja, aumentando para o volume máximo o amplificador da guitarra, já meio lombrado.


 “Kauê, posso entrar, filho?”, suplica o pai, enfraquecido, ensurdecido pelo barulho infernal, tendo por resposta um acorde esganiçado da guitarra amplificado pelo pedal de distorção.


 “Tá no papo!”, pensa Kauê, tomando uma última, longa, profunda tragada e jogando a fumaça pela fresta da porta apenas encostada, após escorregar no preservativo usado que ficara no chão na noite anterior: lembrança da Nadine. “Paiêêê!”, gritou.





 “Diga, filhao!”, respondeu o pai, animado.





 “Será que a mãe lembrou de comprar as camisinhas no supermercado? Usei a última ontem ...”





 “Não sei, filho, ligue para o celular dela... Kauê... posso entrar?”


 “Não! Agora estou ocupado!”, responde Kauê todo-poderoso em mais esta pequena vitória, enquanto o pai, angustiado, culpado, esmagado, senta-se ao chão, a esperar pacientemente que ele o admita ao quarto, a pensar porque, apesar de todas as suas tentativas de tornar-se amado e amigo do filho, estava agora nesta situação. 





Logo ele, que sempre tivera tudo o que queria e tudo o que os amigos tinham. Logo ele, por quem o pai e a mãe se haviam sacrificado, deixado de viajar, de jantar a dois, de curtir a vida. Logo ele... filho único por decisão dos pais, resolvidos a lhe dar a melhor educação, as melhores roupas, os melhores brinquedos, o melhor som, a TV de 29 polegadas, a guitarra Fender, o computador de última geração... Logo ele!





Encostado, em completa desolação, à parede do corredor, pensou, em um laivo de lucidez:





“Será que tinha razão a minha mãe quando me dizia que “é de menino que se desentorta o pepino”? Será que, como dizia sua “velha”, lhe haviam faltado uns bons “relas”? Ou será que tinha escolhido a escola errada? Será que era melhor telefonar para o Dr. Gutemberg? Podia ser algum distúrbio hormonal... Ou será que era ele quem devia fazer alguma coisa? Mas, fazer o que? Como? Quando? Invadir o quarto? Nem pensar! Tinha de respeitar a individualidade do filho. 





O jeito é conversar, explicar tudo direitinho, com paciência, agüentar grito e xingação para não traumatizar o Kauê, como tinha feito a vida inteira. Não, não iria morrer na praia... Acreditava em dar boas razões, em convencer com bom argumentos, em aguardar que o filho tomasse suas próprias decisões. Tinha sido assim desde suas primeiras semanas..”





E, perdido em seus pensamentos, ali mesmo, sentado ao chão como um verme aprisionado, lembrou-se do Padre Peter, do encontro de jovens, citando a velha Bíblia: “quem educa seu filho encontrará nele motivo de alegria”, enquanto de soslaio avistava sobre o criado mudo do seu quarto, ainda na embalagem plástica, o livro suspeitamente ameaçador do ponto de vista de Kauê: 





“O direito dos pais”, Tânia Zaguri. Cansado, exausto, chorou amargamente enquanto ainda inalava o odor inconfundível da marijuana que também ele “pegara” nos tempos de Woodstock.





¹“Lol”- abreviatura para “Lots of Laughter”, utilizada pelos adolescentes para expressar os mais variados tipos de emoções ou sentimentos.





²“Lô”- aportuguesamento do inglês “low”, que significa “baixo”. Usado para denotar decepção ou negatividade

Fonte:

http://www.comshalom.org/formacao/exibir.php?form_id=3070

Confiar no Senhor

shalom




O mundo de hoje marcado por tantos contra valores também recebeu a marca da desconfiança. É difícil confiar nas autoridades, representantes públicos, no outro e o pior, projeta-se, cada vez mais, uma desconfiança do próprio Deus. Isso se deve a decepções, situações traumáticas geradoras do medo de arriscar-se, de lançar-se, de ir ao encontro do outro e de Deus.





Contudo não se deve esquecer que apesar de uma possível ferida nessa área não podemos paralisar nossas ações ou viver acorrentado nesses grilhões da desconfiança. É preciso seguir em frente, descongelar o rio de nosso passado, deixar fruir a caridade que se traduz de forma bela através da confiança. 





Quanto mais amamos a Deus mais descobrimos o quanto Ele é digno de receber com inteireza nossa vida. Confiar demasiado em nós mesmos, em nossas forças, virtudes, dons, etc é um risco que só nos afasta do essencial. Associado à justa estima devido a nós mesmo deve ser claro a compreensão de que somos fracos, limitados e totalmente dependentes do Senhor.





Quando Jesus repreendeu os seus, e trouxe para junto a si as criancinhas, nos deixava um ensinamento eloqüente. É preciso ter um coração de criança para entrar no Reino de Deus e mais, é preciso fazer-se como criança. Aqui, claro, nada relacionado ao infantilismo, próprio das pessoas nesta faixa etária. Aqui trata-se do abandono e da dependência própria da criança.





Jesus mesmo, o Verbo de Deus fez-Se pequenino. Encarnou-se no seio da Virgem Maria. Foi concebido e em tudo, com exceção do pecado viveu como um de nós. Recém nascido viveu sua condição de total abandono e dependência de Deus através de José e Maria que lhe proveu o necessário para que crescesse em estatura e graça. 





O Reino de Deus, que segundo o papa Bento XVI, em seu livro, Jesus de Nazaré é o próprio Cristo requer de quem se dispõe a segui-Lo um coração pequenino, uma atitude de total confiança na sua graça. Deus resiste aos soberbos nos ensina são Tiago e se inclina aos humildes. O arrogante, aquele que é-cheio-de-si não pode descobrir o segredo de uma vida pautada no abandono irrestrito nas mãos do Senhor. 





Jesus tinha esse coração de criança, que em nada é pieguice ou infantilismo, como já fora citado. No Getsêmani quando se encontra diante da vontade do Pai, Jesus une-se de modo perfeito e feliz nesse caminho de cruz e ressurreição. Ele abandona-se inteiramente, sem reservas. E, sabemos que tal atitude não implica ausência de dor ou sofrimento.


Portanto, quem quer seguir Jesus é chamado a lançar fora toda auto-suficiência e a vã ilusão de achar que se basta. 





Esse coração pequeno é forjado em meio às lutas, aos desafios de cada dia, através dos quais somos exercitados a deixar nossas vidas nas mãos de Deus, sem medo do que Ele faça e do que Ele nos peça ou para onde Ele nos envie. Nossa felicidade consiste em tudo fazer a sua santa e soberana vontade, de modo feliz, testemunhando ao mundo que nossa alegria encontra-se no abandono e na confiança em Deus, sem a qual nos relegaria a uma existência pobre, pesada e sem um sentido último.





por Vanderlúcio Souza, Bacharel em filosofia - Comunidade Shalom ,
Comunidade Católica Shalom

Confiar é Amar!






Confiar é Amar!





A confiança é um fruto que nasce de uma experiência de amor do encontro de duas pessoas. Para confiar é preciso se encontrar com o outro. Quando falo do encontro lembro-me das experiências dos encontros de Jesus com tantas pessoas: Maria Madalena, Zaqueu, Bartimeu, Pedro… 





É o encontro que nasce do amor gratuidade capaz de ver a pessoa naquilo que a faz única e irreptível. Um encontro de amor que evoca o melhor do outro a vir para fora. Sim é verdade, o amor é a única força capaz de perceber e intuir o que o outro tem de melhor, aquilo que tantas vezes está escondido e que só quem ama é capaz de perceber.





A confiança nasce dessa relação de encontro de amor. É um encontro que nasce na oficina da vida. Jesus foi encontrando-se com as pessoas no caminho. É na caminhada da nossa existência que vamos nos encontrando com as pessoas. 





Faz-se necessário uma abertura interior e disposição para acolher todos aqueles que a Divina Providência vai colocando do nosso lado: na família, na escola, no grupo, na comunidade, no trabalho, enfim, em todas as situações que vivenciamos.





Para confiar é necessário tempo. Na nossa comunidade, Pe. Jonas usa algumas palavras fortes: “… é necessário sangue, suor e lágrimas”. Não se confia em alguém de forma mágica, é preciso conhecer o outro, dar-se a conhecer. 





É preciso partilha transparência, aceitação das diferenças, acolhimento, paciência. Confiar é uma conquista! Conquista que exige do seu coração abertura. Confiar implica em amar na gratuidade. Ricardo Sá diz que quando o amor é amadurecido aceita a todos. Confiar passa pelo processo de aceitação daquilo que o outro é, mesmo com os seus limites e defeitos.





Talvez você se faça esta pergunta: Como confiar quando nós somos traídos? Sinto que a confiança está muito ligada ao perdão. É preciso coragem para pedir e dar perdão. Jesus nos ensinou no alto da cruz quando pediu ao Pai que perdoasse aqueles que estavam crucificando-o. 





Ele disse: “Eles não sabem o que fazem”. Precisamos ter este olhar de Jesus, que aceita, acolhe e é capaz de ir além da situação, é capaz de ver a pessoa por inteiro. É capaz de recomeçar sempre. Confiar no outro exige de nós uma atitude crescente de recomeçar sempre, mesmo quando eu fui traído, traída. 





Não é coisa fácil, é trabalho interior, exige lucidez diante dos fatos e autodomínio nos sentimentos. É preciso uma séria caminhada de conversão. Tenho feito esta experiência. Não é coisa fácil, mas quando você consegue experimenta-se a liberdade interior. O amor verdadeiramente nos faz livres. Só o amor… Confiar é amar!





Verinha


Comunidade Canção Nova

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Na ressurreição dos mortos qual a forma do corpo?



Olá!




Muitas pessoas questionam se haverá a ressurreição dos mortos e se realmente é verdade que ressuscitaremos então como será o corpo?






Paulo responde em coríntios todas essas dúvidas.Observe a explicação.





Se os mortos não ressuscitam, então somos testemunhas falsas de Deus, pois estamos testemunhando contra Deus, ao dizermos que Deus ressuscitou a Cristo.(I Coríntios 15,15)





É interessante a forma como Paulo explica sobre a ressurreição dos mortos pois ele cita o exemplo de uma semente que é plantada e nasce uma alface, um tomate, etc, explicando que Deus dá a semente o corpo que lhe é próprio. Assim, Deus fará conosco, dando um corpo próprio após a ressurreição.





E o que você semeia não é o corpo da futura planta que deve nascer, mas simples grão de trigo ou de qualquer outra espécie.A seguir, Deus lhe dá corpo como quer: ele dá a cada uma das sementes o corpo que lhe é próprio.(I Coríntios 15,37-38)





Jesus vai transformar o nosso corpo semelhante ao Dele.Veja:Ele vai transformar nosso corpo miserável, tornando-o semelhante ao seu corpo glorioso, graças ao poder que ele possui de submeter a si todas as coisas. (Filipenses 3,21)









Paulo agora, relata mais detalhamente sobre como será os corpos quando da ressurreição dos mortos.





“O mesmo acontece com a ressurreicão dos mortos: o corpo é semeado corruptível, mas ressuscita incorruptível;é semeado desprezível, mas ressuscita glorioso; é semeado na fraqueza, mas ressuscita cheio de força;é semeado corpo animal, mas ressuscita corpo espiritual. Se existe um corpo animal, também existe um corpo espiritual, pois a Escritura diz que Adão, o primeiro homem, tornou-se um ser vivo, mas o último Adão tornou-se espírito que dá a vida.Primeiro, não foi feito o corpo espiritual, mas o animal, e depois o espiritual.O primeiro homem foi tirado da terra e é terrestre; o segundo homem vem do céu.O homem feito da terra foi o modelo dos homens terrestres; o homem do céu é o modelo dos homens celestes.E assim como trouxemos a imagem do homem terrestre, assim também traremos a imagem do homem celeste.Eu lhes digo, irmãos, que a carne e o sangue não podem receber em herança o Reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorruptibilidade.Vou dar a conhecer a vocês um mistério: nem todos morreremos, mas todos seremos transformados, num instante, num abrir e fechar de olhos, ao som da trombeta final. Sim, a trombeta tocará e os mortos ressurgirão incorruptíveis; e nós seremos transformados.De fato, é necessário que este ser corruptível seja revestido da incorruptibilidade, e que este ser mortal seja revestido da imortalidade.Portanto, quando este ser corruptível for revestido da incorruptibilidade e este ser mortal for revestido da imortalidade, então se cumprirá a palavra da Escritura: "A morte foi engolida pela vitória.Morte, onde está a sua vitória? Morte, onde está o seu ferrão?"O ferrão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.(I Coríntios 15,42-56)





Paulo resume tudo dizendo que assim como trouxemos a imagem do homem terrestre, assim também traremos a imagem do homem celeste.





Paulo diz que nem todos morreremos, mas todos seremos transformados, num instante, num abrir e fechar de olhos, ao som da trombeta final. Sim, a trombeta tocará e os mortos ressurgirão incorruptíveis; e nós seremos transformados.





É evidente que aqueles que quando chegar o dia do julgamento não tiverem morrido terão que ter um corpo celeste, por isso São Paulo diz que todos seremos transformados, isso porque todos teremos que ter corpos espirituais, já que não mais existirá a morte.








Sim, Deus criou o homem para ser incorruptível e o fez à imagem da sua própria natureza.(Sabedoria 2,23)





Portanto, somos do entendimento de que teremos uma outra imagem e ela será uma imagem celestial e não essa imagem do homem terrestre.





Augusta Moreira dos Santos


Ministério de Pregação e Cura e Libertação.







Várias piadas de Padre Leo reunidas para você!



Vale a pena ouvir as piadas do saudoso Padre Leo





Última Pregação-Padre Leo: Buscai as Coisas do Alto



Veja o vídeo da última pregação de padre Leo: Buscai as Coisas do Alto





domingo, 9 de dezembro de 2012

O mistério que cerca o trono de Deus






Essa pregação pode provocar você ter 'fome' para ler o profeta Isaías.





Isaías 1,3 – “O boi conhece o seu possuidor, e o asno, o estábulo do seu dono; mas Israel não conhece nada, e meu povo não tem entendimento”. 





É verdade que o boi quer descansar, e em alguns momentos pode ter “cabeça-dura”, mas em si mesmo ele não é mal. Nesse contexto, ele representa todas as pessoas que são boas, nobres e trabalhadoras. O boi representa os trabalhadores e os bois reconhecem o dono deles. 





O boi vê muitos seres humanos ao seu redor , ele sabe quais são as características do seu verdadeiro dono. A mesma coisa precisa acontecer conosco, as almas, de reconhecer seu “dono”. 





Nós reconhecemos o nosso verdadeiro dono, sua autêntica voz. Reconhecemos as características de Jesus em seus seguidores. 





O boi 'entende' seu proprietário, sabe para onde o Proprietário quer que ele vá. Jesus nos guia como um capitão guia um barco.


Que bela essa imagem do homem trabalhador guiado por Jesus Cristo.





Imagem bonita do boi em silêncio puxando o arado. Nós não devemos ser mais que bois que puxam o arado. Todo cristão tem Jesus guiando seu arado, e Jesus mesmo, dá o alimento e leva o boi para bons pastos. 





O burro conhece o coxo do seu dono. 


Que interessante que o profeta Isaías fala desses dois animais: o boi e o burro. 





Nós somos como burros. Não devemos pensar que somos importantes e inteligentes, somos bois, burros, ovelhas. Diferentes entres nós, com pequenas diferenças, mas com particularidades diante de Deus, uma vez que alguns são 'burros', outros 'bois' ou ainda 'ovelhas'. 





“Quando vindes apresentar-vos diante de mim, quem vos reclamou isto: atropelar os meus átrios?” 





Isaías 1, 12 me chama atenção porque mostra Deus que é amor e que, ao mesmo tempo, está farto de um filho que é rebelde, um filho que tira a Sua paciência. 


Como se Deus dissesse: “Fora daqui, não quero ver vocês por aqui na minha presença...”. 


No contexto dessa Palavra, o povo de Israel está longe de Deus.





Deus não fecha os olhos diante dos nossos pecados. 

Essa mensagem é para os pecadores. Não somos dignos de receber Deus. Devemos sempre nos sentir indignos de nos aproximarmos D'Ele. 

É preferível que nos sintamos indignos. Deve acontecer como naquela parábola do banquete de casamento que o noivo é quem diz para aqueles que se sentem indignos: “vem para mais perto, ocupar os lugares da frente”. 



Tomando mais uma passagem de Isaías, vejam uma uma descrição da crucifixão de Jesus Cristo, que aconteceu espiritualmente e não materialmente.



Isaías 2,11- 18: “11.A soberba dos mortais será abatida, e o orgulho dos homens será humilhado. Só o Senhor será exaltado naquele tempo.12. Porque o Senhor dos exércitos terá um dia (para exercer punição) contra todo ser orgulhoso e arrogante, e contra todo aquele que se exalta, para abatê-lo,13. contra todos os cedros do Líbano, altos e majestosos, e contra todos os carvalhos de Basã,14. contra todos os altos montes, e contra todos os outeiros elevados, 15. contra todas as torres altas, e contra todas as muralhas fortificadas,16. contra todas as naus de Társis e contra todos os objetos de luxo.17. A pretensão dos mortais será humilhada, o orgulho dos homens será abatido. Só o Senhor será exaltado naquele tempo,18. e todos os ídolos desaparecerão.”.



Toda torre que é alta, orgulhosa e poderosa não pode resistir diante do poder da cruz de Cristo.

Haviam muitas torres que se destacavam naquela época, torres humanas, torres de religiões com suas castas e conhecimento... mas nada pode resistir diante da exaltação de Jesus. Jesus conquistaria essas torres ou elas se destruiriam por si mesmas.

Só Jesus será exaltado naquele dia, nenhum ídolo subsistirá, se referindo a crucifixão de Jesus no contexto dessa passagem. 



Uma outra passagem em Isaías, muito marcante, e que merece ser meditada diante do Sacrário. Isaías 4,5: 



“O Senhor virá estabelecer-se sobre todo o monte Sião e em suas assembléias: de dia como uma nuvem de fumaça, e de noite como um fogo flamejante. Porque sobre todos se estenderá a glória do Senhor” 



Especialmente quando Jesus está rodeado sobre o altar, rodeado de padres e entre patenas, podemos imaginar em cima do Altar a Glória do Senhor. 



Pessoalmente, quero dizer algo para vocês: quando estive na Adoração do Santíssimo Sacramento nas noites desse acampamento, numa das noites, eu estava em adoração de olhos fechados e, num momento, quando abri os olhos, junto ao Altar, vi que existia uma nuvem de incenso. Eu pensei que alguém estivesse com um turíbulo ali, mas depois eu vi que a nuvem de incenso havia sumido. Fechei os olhos, e ao abri-los novamente, vi com clareza que não havia nenhum tipo de turíbulo. 



Podemos imaginar o Espírito Santo como uma nuvem rodeando o Altar onde está o Mistério da Eucaristia, e ao redor daquelas nuvens, muitos anjos cobrindo-a. 



O que não diz os Evangelhos, profetiza o profeta Isaías. Quer saber mais sobre o Reino de Deus, sobre Jesus, leia o profeta Isaías.



Fonte: Canção Nova






Estar de prontidão para a vinda do Senhor








A Igreja caminha para mais um final de ano litúrgico. Semana que vem será o domingo de Cristo Rei último domingo do ano litúrgico. Logo depois adentraremos num novo tempo litúrgico: o Advento. A liturgia da palavra coloca neste 33º domingo do tempo comum, que tudo tem um início e um fim.





Jesus é o Alfa e Ômega, o princípio e o fim. Nesta leitura de Daniel é a primeira vez que se fala a palavra Ressurreição. Daniel apresenta diante de nós esta realidade. Ele vai dizer: ”Muitos que dormem no pó da terra, despertarão.”





Deus quer que nós compreendamos o tempo que estamos vivendo. Por exemplo: Toda vez que vou ao cabeleireiro eu digo: Aumentaram meus cabelos brancos. Assim vamos constatando as mudanças em nossa vida. Quantas coisas que fazia antes hoje não faço mais porque essa é a realidade.





A Igreja quer mostrar a nós a mim e a você que o início e o fim da nossa vida é Jesus Cristo. Nossa fé não nos deixa temer a nossa vida, nem o ponto final da história da humanidade. Você não precisa temer o ponto final da sua vida. O ponto final da sua vida é Jesus.




"A fé precisa gerar em nós transformação." Bento XVI






Quantos aqui experimentaram neste acampamento o poder de Jesus? Quantos se abriram e experimentaram sua graça e sua ação em sua vida? São inúmeros os testemunhos daqueles que chegam aqui de um jeito e voltam diferentes.





Precisamos depositar nossa confiança e a nossa esperança em Deus.





Onde está escondida a sua vida? Em quem você tem depositado a sua vida? Aqueles que poem sua confiança nas seguranças desse mundo vão tremer de medo. Mas aqueles que confiam no Senhor, tem sua esperança e confiança no Senhor Jesus.





Não é nas pessoas, nem no dinheiro mas a minha vida está escondida em Cristo Jesus. Se a sua vida está fundamentada nEle, na palavra, no evangelho você será nutrido por uma esperança que não passa. 





Um dia todos nós estaremos num eterno “Acampamento no céu” com os anjos, com os santos, com nosso santo de devoção. Sua confiança não pode nem deve estar nesta terra, nos governos não! Coloque sua confiança em Jesus Cristo e você será a pessoa mais feliz da face da terra.





Neste ano da fé precisamos entender pra onde a nossa fé vai nos levar. A fé é um encontro com um Deus que fala. A fé precisa gerar em nós transformação. Não existe mais solidão pra aqueles que creem. O que você experimentou aqui neste fim de semana, não é para você guardar na sua casa. É para você levar essa boa nova aos seus irmãos.





A Canção Nova existe para preparar um povo bem disposto para a segunda vinda gloriosa de Jesus.





Fonte: Canção Nova








sábado, 8 de dezembro de 2012

Jesus vai reinar por mil anos aqui na terra?




Amados irmãos, vejo como a nossa igreja católica é criteriosa na orientação aos fiéis sobre a bíblia.



As vezes aquilo que está escrito na bíblia o é simbolicamente ou em sentido figurado, então temos que estar atentos para não cairmos nas armadilhas.





Sabe-se perfeitamente bem que o demônio utilizou as escrituras para tentar o nosso Senhor Jesus Cristo, então é preciso ter zelo, momentos profundos de estudos como fez o próprio Daniel, como é narrado biblicamente.





Daniel, pôs a estudar na bíblia, o número dos anos que a Cidade de Jerusalém ficaria destruída. Isso significa que Daniel era tão zeloso e cuidadoso com o que é Santo, que chegou inclusive a fazer uma conta aritmética. Usando naquele instante, da própria matemática.





O Senhor nosso Deus abre o nosso entendimento para a palavra e requer um esforço da nossa parte em entender o livro de apocalipse, pedindo a Deus o dom do entendimento, visto que não são todos que Deus dá a graça de entender a sua palavra é necessário o desejo, a abertura de coração, a mudança de vida e a assiduidade na oração e principalmente a misericórdia do Senhor.





Observem no caso de Daniel:





Estava Daniel pedindo a misericórda e o perdão de Deus, reconhecendo os erros dele e de toda a nação, por não terem escutado os profetas e a sua palavra, por não terem obedecido e respeitado as leis, quando apareceu Gabriel: 





"sim, eu ainda pronunciava minha oração, quando Gabriel, o homem que eu tinha visto no começo da visão, voando rápido veio para perto de mim. Foi na hora da oração da tarde". (Daniel, 9,21)





“Daniel, vim para ensinar-te uma interpretação":(Daniel, 9,22)





Percebam que Gabriel disse que veio ensinar uma interpretação. Isso significa que não bastou só a oração de Daniel e a leitura da palavra,  foi preciso a intervenção do céu, para dar uma mensagem e ensiná-lo a interpretar.





Quando começaste tua oração, surgiu uma mensagem, que eu vim te contar, porque és querido. Presta atenção à mensagem e estuda a visão.(Daniel, 9,23)





Veja bem, então, era preciso que Daniel ficasse atento na mensagem e estudasse a visão que teve.





Hoje, em especial, cheguei a uma conclusão, aliás o meu interior foi convencido e acredito firmemente que quando a gente faz como Daniel, se coloca na escuta, pesquisa, analisa e tem reta intenção, não sendo por curiosidade mas por amor, Deus vem em nosso auxílio e nos orienta.





Então, o meu interior foi convencido de que Jesus não vai reinar aqui na terra por mil anos como muitos dizem por aí, embora esteja escrito com todas as letras. E vou narrar porque acredito desta forma.




Em apocalipse há algumas passagens bíblicas que narram sobre os 1000 anos e entre elas, vou colocar só uma, só para vocês verificarem.





Vi então tronos, e os seus ocupantes sentaram-se e receberam o poder de julgar. Vi também aqueles que foram decapitados por causa do Testemunho de Jesus e da Palavra de Deus e os que não tinham adorado a fera, nem a sua estátua, nem tinham recebido na fronte ou na mão a marca da fera. Eles voltaram a viver, para reinarem com Cristo durante mil anos. (Apocalipse 20,4)





Ora, uma coisa não podeis desconhecer, caríssimos: para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos como um dia. (II São Pedro 3,8)





Não podemos na maioria das vezes pegar ao “pé da letra” o que está escrito, pois muitos pensam que Cristo virá para Jerusalém e lá reinará por mil anos.





Tive associando alguns versículos bíblicos e logo a gente vê que a Nova Jerusalém é o céu e não que Cristo vai vir e reinar em Jerusalém por 1000 anos.





A Nova Jerusalém é o céu, basta associar esses três versículos que percebemos nitidamente.





Agar representa o monte Sinai, que se encontra na Arábia, mas corresponde à Jerusalém atual, que é escrava com os seus filhos. (Gálatas 4,25)





A Jerusalém do alto, ao contrário, é livre; e é a nossa mãe. (Gálatas 4,26)





Vós, ao contrário, vos aproximastes do monte Sião e da cidade do Deus vivo, a Jerusalém celeste; da reunião festiva de milhões de anjos;;(Hebreus 12,22)





Do vencedor farei uma coluna no Santuário do meu Deus, e daí não sairá. Nela gravarei o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, de junto do meu Deus. E gravarei nela também o meu novo nome. (Apocalipse 3,12)





Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, descendo do céu, de junto de Deus, vestida como noiva enfeitada para o seu esposo. (Apocalipse 21,2)





Vi então tronos, e os seus ocupantes sentaram-se e receberam o poder de julgar. Vi também aqueles que foram decapitados por causa do Testemunho de Jesus e da Palavra de Deus e os que não tinham adorado a fera, nem a sua estátua, nem tinham recebido na fronte ou na mão a marca da fera. Eles voltaram a viver, para reinarem com Cristo durante mil anos. (Apocalipse 20,4)





Pelo batismo fomos sepultados com ele em sua morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dos mortos pela ação gloriosa do Pai, assim também nós vivamos uma vida nova. (Romanos 6,4). Então essa é a primeira morte que ocorre com o batismo e consequentemente com a ressurreição de Cristo vem a nossa primeira ressurreição para uma vida nova.





A segunda morte está escrito em apocalipse 21,8“Quanto aos covardes, infiéis, corruptos, assassinos, devassos, feiticeiros, idólatras e todos os mentirosos, o lugar deles é o lago ardente de fogo e enxofre, ou seja, a segunda morte”. 





A ressurreição segunda é, sim, a ressurreição dos corpos, que se dará quando Cristo vier em sua glória para julgar todos os homens e pôr termo definitivo à história.





Ditoso e santo quem participa da primeira ressurreição! A segunda morte não tem poder sobre eles. Eles serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele durante mil anos. (Apocalipse 20,6)





A teoria milenarista, entendida ao pé da letra, foi professada por antigos escritores da Igreja (S. Justino +165, S. Ireneu +202, Tertuliano + após 220, Lactâncio + após 317...) Todavia S. Agostinho (+430) propôs novo modo de entender o texto - o que excluiu definitivamente a interpretação literal; o S. Doutor baseou-se em Jo 5,25-29, onde se lê: `Em verdade, em verdade vos digo, aquele que ouve a minha palavra... passou da morte para a vida. Em verdade, em verdade vos digo, que vem a hora, e já veio, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus e os que a ouvirem viverão.





Não vos admireis disto, pois vem a hora em que ouvirão sua voz todos os que estão nos sepulcros. Os que praticaram o bem sairão para a ressurreição da vida, os que, porém, praticaram o mal, sairão para a ressurreição do juízo". 



Nesse trecho, o Senhor distingue duas ressurreições: uma, que se dá "agora" ("e já veio"), no tempo presente, quando ressoa a pregação da Boa Nova; é espiritual, devida ao Batismo; equivale à passagem do pecado original para a vida da graça santificante. A outra é simplesmente futura e se dará no fim dos tempos, quando os corpos forem beneficiados pela vida nova agora latente nas almas.





A exegese católica não crê  nos mil anos literalmente falando, mas na Parusia, que é a segunda vinda de Jesus Cristo no final dos tempos e sua manifestação gloriosa ao mundo para julgar pessoalmente cada homem segundo sua fé e obras e a História humana. Os justos seriam salvos e gozarem a vida eterna, a criação será renovada e os maus condenados à eternidade sem Deus, que é o inferno.





Assim, somos do entendimento de que em  apocalipse a ressurreição primeira é a passagem da morte para a vida que se dá no Batismo de cada cristão, quando este começa a viver a vida sobrenatural ou a vida do céu em meio às lutas da terra. A ressurreição segunda é, sim, a ressurreição dos corpos, que se dará quando Cristo vier em sua glória para julgar todos os homens e pôr termo definitivo à história.



Augusta Moreira dos Santos

Ministério de Pregação e Cura e Libertação.

Vazante-MG-Bela Vista do Maranhão-MA

















“Te farei cavalgar triunfante sobre os pontos mais altos do país e te sustentarei”








Amados irmãos, a cada dia uma surpresa na bíblia, ela é um tesouro e quando a gente abre e pede a Deus o entendimento lindas jóias aparecem para ornamentar a nossa vida.





Hoje, em especial, o Senhor de uma forma muito carinhosa, me mostrou como devemos proceder na nossa vida. 





Vejo de uma forma tão transparente as palavras de Isaías que requer merece comentários, mas eu os farei, para exaltar ainda mais o nosso Deus que é digno de todo louvor, toda honra e toda glória.





“Por que foi que jejuamos e tu nem olhaste? Nós nos humilhamos totalmente e nem tomaste conhecimento”. Acontece que, mesmo no dia de jejum, só cuidais dos vossos interesses e continuais explorando os trabalhadores.Acontece que jejuais criando caso, brigando e esmurrando. Deixai de jejuar como até agora, para que vossa voz chegue ao Altíssimo.Será este o jejum que eu prefiro, um dia em que a pessoa se humilha: Curvar o pescoço como vara, ou deitar na cinza vestido de luto? É a isso que chamais de jejum, um dia agradável ao SENHOR?Acaso o jejum que eu prefiro não será isto: acabar com a injustiça qual corrente que se arrebenta; acabar com a opressão qual canga que se solta; deixar livres os oprimidos, acabar com toda espécie de imposição?Não será repartir tua comida com quem tem fome? Hospedar na tua casa os pobres sem destino? Vestir uma roupa naquele que encontras nu e jamais tentar te esconder do pobre teu irmão?Aí, então, qual novo amanhecer, vai brilhar a tua luz, e tuas feridas hão de sarar rapidamente. Teus atos de justiça irão à tua frente e a glória do SENHOR te seguirá.E quando o invocares, o SENHOR te atenderá, e ao clamares, ele responderá: “AQUI ESTOU!” Se, pois, tirares do teu meio toda espécie de opressão, o dedo que acusa e a conversa maligna”,(Isaías 58,3-9)





Pois é, irmãos Deus vem nos dizer que o Jejum preferido dele é acabar com a injustiça qual corrente que se arrebenta; acabar com a opressão deixando livres os oprimidos e acabar com toda espécie de imposição.





Deus nos diz ainda mais através do profeta, que o jejum preferido dele é repartir a comida com quem tem fome, hospedar na tua casa os pobres sem destino, vestir uma roupa naquele que encontras nu e jamais tentar te esconder do pobre teu irmão.





Aí está o verdadeiro sentido do amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo.





Amar o outro como a mim mesmo é dar a ele aquilo que quero receber. Se gosto de comer carne, porque dou ao pobre só arroz e macarrão? Se gosto de uma roupa boa, porque só dou ao pobre os trapos do meu guarda-roupa? Se gosto de me alimentar porque desvio os meus olhos daquele que pede?





Te pergunto, meu irmão, adianta fazer jejum, negando ao irmão aquilo que ele necessita? Acho até, me desculpem, que fazer jejum sendo mal para as pessoas ou ignorando os problemas delas, ao invés de agradar a Deus vou até irritá-lo com minha hipocrisia.





“se entregares ao faminto o que mais gostarias de comer, matando a fome de um humilhado, então a tua luz brilhará nas trevas, o teu escuro será igual ao meio-dia.O SENHOR te guiará todos os dias e vai satisfazer teu apetite, até no meio do deserto. Ele dará a teu corpo nova vidas, e serás um jardim bem irrigado, mina d’água que nunca pára de correr”.(Isaías 58,10-11)





Veja a promessa de Deus para aquele que ama o próximo como a si mesmo, fazendo o bem. Ele diz que a tua luz brilhará nas trevas, o teu escuro será igual ao meio-dia e Senhor te guiará todos os dias e vai satisfazer teu apetite, até no meio do deserto.





É maravilhoso isso, não é mesmo?





Se tomares cuidado com o que fazes no sábado, para evitar negócios no dia santificado, se disseres que o sábado é um dia agradável, que o dia santificado merece todo respeito e de verdade o respeitares, deixando de viajar, deixando teus negócios e qualquer outro assunto,então serás agradável ao SENHOR. Eu te farei cavalgar triunfante sobre os pontos mais altos do país e te sustentarei com a herança do teu pai Jacó. Foi a boca do SENHOR que falou.(Isaías 58,13-14).





Sabemos perfeitamente bem, que após a ressurreição de Jesus Cristo, nós guardamos o domingo e não o sábado, exatamente em comemoração a essa ressurreição, não vou entrar aqui em detalhes, mas há textos bíblicos que dizem, por exemplo que se reuniram no primeiro dia da semana, não falou domingo, mas cita o primeiro dia. 





Então, aquele que guarda o dia santo da semana, o dia do Senhor, evitando negócios no dia santificado, dizendo que o dia do Senhor é agradável, que o dia santificado merece todo respeito e de verdade se houver o respeito, deixando de viajar, deixando teus negócios e qualquer outro assunto,então serás agradável ao SENHOR. 





Assim, irmãos, sendo Isaías um profeta, proferiu palavras para nos exortar, consolar e edificar.


Portanto, somos do entendimento de que devemos estudar mais a escritura para que alimentados com a palavra possamos nutrir o bem.





Augusta Moreira dos Santos


Ministério de Pregação e Cura e Libertação.


Bela Vista do Maranhão-MA- Vazante-MG