sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Padre Marcelo Rossi inaugura o maior templo católico do Brasil






"Mãe de todas as igrejas" e "novo cartão postal de São Paulo". O padre Marcelo Rossi coleciona expressões para definir o Santuário Theotokos - Mãe de Deus, que será inaugurado amanhã, sexta-feira, 02/10/12, ainda incompleto, após sete anos em construção.


Novo local das missas do sacerdote, o templo, em Interlagos (zona sul da capital), poderá abrigar 100 mil fiéis quando estiver totalmente pronto e será o maior da Igreja Católica no Brasil em capacidade de público.


Até a semana passada, o padre celebrava em um galpão alugado que recebia, no máximo, 13 mil pessoas, muitas delas do lado de fora.





O novo espaço terá uma nave de 8.500 m², onde ficará o altar. Na área coberta, 6.000 fiéis assistirão à missa sentados e 14 mil de pé --a Prefeitura de São Paulo concedeu uma autorização parcial para o funcionamento com lotação de 20 mil espectadores.





A igreja foi construída em um terreno de 30 mil m², local que antes abrigava uma fábrica de cervejas. O terreno foi comprado em 2004 e, segundo  o padre Marcelo, custou R$ 6 milhões. Ele pagou mais da metade e o restante foi uma doação do empresário Antônio Ermírio de Moraes. Desde então, toda a renda obtida com a venda dos produtos produzidos pelo padre é revertida à construção da igreja.





O projeto do templo foi doado pelo arquiteto Ruy Ohtake que explica: “Quando elaborei o projeto, desenhei o espaço procurando reflexão e meditação.” O estilo é moderno contemporâneo, diferente dos tradicionais templos do catolicismo, de inspiração gótica. Cheio de curvas, o pé-direito varia entre 6 a 25 metros. O altar tem 5 metros de altura e, sob ele, o projeto prevê ainda uma cripta para guardar os restos mortais de padres e bispos da Diocese de Santo Amaro.





Embora o padre Marcelo não revele, de jeito nenhum, o valor gasto nas obras, ele afirma que  o templo poderia receber até 100 mil pessoas. Já o arquiteto Ohtake diz que a igreja comporta cerca de 20 mil pessoas e mais 60 mil no pátio descoberto. A maquete original, feita em dezembro de 2004, previa uma cruz de 44 metros de altura que poderia ser vista a 1 km de distância. Mas ela ainda não foi construída.





Adiado desde novembro de 2005, a primeira previsão de entrega, a demora pela conclusão deu-se somente por uma questão financeira. “Em 2009, em um almoço, D. Fernando (Figueiredo, bispo de Santo Amaro) disse que nem com décadas de venda de CDs conseguiríamos pagar o Santuário”, relata o padre.





Contudo, o projeto foi concluído após Rossi escrever o  best-seller Ágape, em 2010. Foi fundamental o lucro recebido com a venda de 8,2 milhões de cópias do livro, além do CD Ágape (1,9 milhões de cópias vendidas), o livro infantil Agapinho (600 mil), o DVD Ágape Amor Divino (302 mil) e o CD de mesmo nome (283 mil).





Após o término da obra, que continuará nos dias em que não houver missa, 80 mil pessoas poderão ocupar a área externa, de onde também verão o altar --as 14 pilastras que sustentam a estrutura foram dispostas de modo a permitir a visão.


"A igreja precisa disso. O povo precisa de um lugar onde possa se concentrar em oração", diz o padre Marcelo. O espaço funcionará como a nova catedral da Diocese de Santo Amaro.


Segundo o bispo da diocese, dom Fernando Figueiredo, a matriz atual, no largo 13 de Maio, tem capacidade para 400 pessoas e é insuficiente para abrigar eventos como crismas, que agora irão para o Santuário.





"Um único setor de Santo Amaro tem 1.500 jovens em cada crisma, mais os padrinhos", diz Rossi. Ele espera que o templo se torne um novo ponto turístico na cidade.


"Mesmo quem não for católico vai querer passar para ver", afirma. O projeto do arquiteto Ruy Ohtake tem teto azul em forma de onda e uma cruz de 42 metros de altura.





Outros pontos de atração, segundo o sacerdote, são as pinturas de Nossa Senhora e uma reprodução da "Pietà", de Michelangelo, na cripta abaixo do altar. Rossi pretende ser sepultado no local, que só poderá receber padres e bispos da Diocese de Santo Amaro. "Senão, até padre de Pernambuco iria querer ser enterrado aqui", diz.





O religioso nega que esteja tentando se contrapor aos megatemplos que igrejas evangélicas como a Assembleia de Deus e a Universal do Reino de Deus estão construindo em São Paulo.





"Não pensei nos evangélicos. Tenho respeito enorme por eles, mas há igrejas como a Assembleia de Deus, que têm doutrina, e há seitas", diz o padre, evitando nominar as igrejas do segundo grupo.





Oito anos depois de iniciar a obra, dia 2 de novembro será inaugurado o megatemplo do padre Marcelo Rossi, na região de Santo Amaro, zona sul da capital paulista. Para a missa inaugural, às 11h do dia de Finados, os cantores Alexandre Pires e Agnaldo Rayol já confirmaram presença.




Fontes: Folha de São Paulo e Revista Época

.

Quem são os santos arcanjos?






A Igreja conhece o nome de três Arcanjos, e a Liturgia celebra no dia 29 de setembro a Festa a eles: 





Miguel, Gabriel e Rafael, e lembra ao mesmo tempo todos os coros angélicos: Anjos, Arcanjos, Tronos, Querubins, Serafins, Tronos, Virtudes, Potestades e Poderes. Na Festa dos santos Arcanjos, a Igreja assim vê a glória de Deus manifestada em seus anjos: 





‘Pai Santo, Deus eterno e todo poderoso, é a Vós que glorificamos ao louvarmos os anjos que criastes e que foram dignos do vosso amor. A admiração que eles merecem nos mostra como sois grande e como deveis ser amado acima de todas as criaturas. Pelo Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, louvam os anjos a vossa glória, as dominações vos adoram, e, reverentes, vos servem potestades e virtudes. Concedei-nos também a nós associar-nos à multidão dos querubins e serafins, cantando a uma só voz… (Prefácio).





São Rafael é guia de Tobias e dos viajantes. (Ver o livro de Tobias).





São Miguel era o antigo padroeiro da sinagoga judaica, agora é o padroeiro da Igreja universal; São Gabriel (‘Deus curou’) é o Anjo da Encarnação e talvez o da Agonia de Jesus no jardim das oliveiras; São Miguel, de modo especial foi cultuado desde os primeiros séculos do cristianismo.





No Apocalipse, São Miguel e seus anjos são mostrados como defensores do povo de Deus. ”Houve uma batalha no céu. Miguel e seus anjos tiveram de combater o Dragão. O Dragão e seus anjos travaram combate, mas não prevaleceram.” (Ap 12,7). 





”Vi, então, descer do céu um anjo, que tinha na mão a chave do abismo e uma grande algema. Ele apanhou o Dragão, a primitiva Serpente, que é o Demônio e Satanás, e o acorrentou por mil anos. Atirou-o no abismo, que fechou e selou por cima, até que se completasse mil anos, para que já não seduzisse as nações (Ap 20,1). 





O imperador Constantino, no século IV, erigiu a São Miguel Arcanjo um santuário em Constantinopla às margens do rio Bósforo, no lado europeu, enquanto o imperador Justiniano construiu-lhe um outro santuário na outra margem do mesmo rio. 





A data de 29 de setembro foi a de consagração da igreja dedicada a São Miguel, no século V, a seis milhas da via Salária. Em Roma foi dedicado a São Miguel o célebre mausoléu do imperador Adriano, agora conhecido com o nome de Castelo de Santo Ângelo. 


A São Miguel é dedicado também o antigo santuário do século VI,  no monte Galgano, na Púglia, onde domina o mar Adriático que banha o lado oriental da Itália. Nas proximidades desta igreja, os longobardos venceram o encontro naval contra os serracenos e a vitória foi atribuída a uma aparição de São Miguel, o que deu origem a uma segunda festa ao Arcanjo, depois transferida para 29 de setembro.





São Gabriel, aquele que está diante de Deus, é o anunciador por excelência das revelações divinas. É ele que explica ao profeta Daniel como se dará a plena restauração, da volta do exílio ao advento do Messias. É ele que anuncia a Maria o nascimento de Jesus, é ele que anuncia também o nascimento do Percursor de Jesus, João Batista. Ele é muito estimado mesmo junto aos maometanos.





Prof. Felipe Aquino

Como entender o livro do Apocalipse?






O Apocalipse foi escrito pelo Apóstolo São João, já no final de sua vida, por volta do ano 100, sob a forma de uma carta escrita às Igrejas da Ásia menor, que viviam tempos difíceis de perseguição romana. É um livro bastante enigmático e difícil de ser entendido, e que pode gerar muitos erros de interpretação como já ocorreu muitas vezes na história da Igreja se não observarmos com cuidado como a Igreja o interpreta. O imperador romano Domiciano (81-96) moveu forte perseguição aos cristãos, tendo deportado São João, que era o bispo de Éfeso, para a ilha de Patmos. 





Ao mesmo tempo os cristãos eram hostilizados pelo judeus e aguardavam a volta de Cristo, que não acontecia, para livrá-los de todos os males. Foi neste contexto que o Apóstolo escreveu o Apocalipse para confortar e animar os cristãos das já inúmeras comunidades da Ásia Menor. Apocalipse, em grego “apokálypsis”( revelação), era um gênero literário que se tornou usual entre os judeus após o exílio da Babilônia (587-535 a.C.), e descreve os fins dos tempos onde Deus vai julgar os homens. Essa intervenção de Deus abala a natureza (fenômenos cósmicos), com muita simbologia e números. O Apocalípse não pretende dar uma descrição antecipada dos acontecimentos do futuro, mas de apresentar uma mesma realidade sob vários símbolos diferentes; e tudo é feito com uma linguagem intencionalmente figurada para despertar a atenção do leitor, que estava acostumado ao gênero apocalíptico usado pelos judeus.





Alguns símbolos tem significado preciso: o Cordeiro simboliza o Cristo; a mulher, a Igreja ou a Virgem Maria; o dragão, as forças hostis ao reino de Deus; as duas feras (cap.13), o império romano e o culto imperial; a fera (cap.17), simboliza Nero; Babilônia, a Roma pagã; as vestes brancas, a vitória; o número três e meio, coisa nefasta ou caduca. Mas esses símbolos não são exclusivos; o Cristo é, às vezes representado como “filho do homem”ou cavaleiro. O Apocalipse é uma revelação sobrenatural, velada, sob símbolos, representando tanto o passado, quanto o presente da Igreja, e também o futuro. Se refere a um período indefinido que separa a Ascensão de Cristo de sua volta gloriosa. 


Deixa claro da impossibilidade de escapar à luta e ao sofrimento, às perseguições e ao fracasso aparente no plano terrestre, à realidade da salvação que lhe será concedida no meio de suas obrigações, e à vitória final, que é obra de Cristo ressuscitado que venceu o pecado e a morte.





A mensagem principal do livro é que Deus é o Senhor da História dos homens, e no final haverá a vitória dos justos, em que pese o sofrimento e a morte. Mostra a vida da Igreja na terra como uma contínua luta entre Cristo e Satanás, mas que no final haverá o triunfo definitivo do Reino de Cristo, triunfo que implica na ressurreição dos mortos e renovação da natureza material. As calamidades que são apresentadas não devem ser interpretadas ao pé da letra. Deus sabe e saberá tirar de todos os sofrimentos da humanidade a vitória final do Bem sobre o Mal.





Prof. Felipe Aquino




Sobre a apostasia e a vinda de Cristo



Olá!




Muitos questionam sobre a apostasia e o seu significado e como já disse anteriormente, a própria palavra de Deus dá as explicações necessárias sobre aquilo que desejamos quando associamos um versículo à outro para  entender o que é realmente é.





No caso da palavra apostasia tem uma explicação bíblica do que é um apóstata, então com isso já saberemos o que significa apostasia na própria palavra, sem a necessidade de dicionário.  Observe as explicações:





“Não se deixem enganar de nenhum modo! Primeiro deverá chegar a apostasia. Depois aparecerá o homem ímpio, o filho da perdição:ele é o adversário que se opõe e se levanta contra todo ser que se chama Deus ou é adorado, chegando até mesmo a sentar-se no templo de Deus e a proclamar-se Deus.Não se lembram de que eu já dizia essas coisas quando estava com vocês?E agora vocês já sabem o que está impedindo a manifestação do adversário, que acontecerá no tempo certo.O mistério da impiedade já está agindo. Falta apenas desaparecer aquele que o segura até agora. Só então se manifestará o ímpio. O Senhor Jesus o destruirá com o sopro de sua boca e o aniquilará com o esplendor da sua vinda.A vinda do ímpio vai acontecer graças ao poder de Satanás, com todo tipo de falsos milagres, sinais e prodígios,e com toda a sedução que a injustiça exerce sobre os que se perdem, por não se terem aberto ao amor da verdade, amor que os teria salvo.Por isso Deus manda o poder da sedução agir neles, para que acreditem na mentira. II Tessalonicenses 2,3-11“





No texto acima menciona sobre apostasia e agora veremos o que é um apóstata. Obviamente esses versículos abaixo não estão na bíblia dos protestantes, pois Lutero rejeitou sete livros da bíblia e macabeus é um deles. Sabemos que a bíblia deles tem menos sete livros do que a de nós católicos.





“eu, meus filhos e meus parentes continuaremos vivendo de acordo com a Aliança dos nossos antepassados.Deus nos livre de abandonar a Lei e as tradições!Não! Nós não vamos obedecer às ordens do rei. Não vamos nos desviar da nossa religião, nem para a direita, nem para a esquerda".Foi só Matatias acabar de falar isso, um judeu tomou a frente, diante de todos, para oferecer o sacrifício no altar de Modin, seguindo as determinações do rei.Vendo isso, Matatias se indignou, tremeu de raiva e, num impulso da ira santa, avançou sobre o apóstata e o matou sobre o altar”.(I Macabeus2, 20-,24)





Portanto, apostasia é abandonar sua fé para acreditar num falso Deus. Você larga o verdadeiro Deus e passa a acreditar num  falso deus.






“Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo está aqui, ou ali, não lhe deis crédito; Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.” (Mateus 24:23-24)






Na verdade só os eleitos de Deus não cairão na farsa do filho da perdição, pois ele vai enganar direitinho o povo e vai ser tido como o Deus verdadeiro, sem ser, na verdade será um deus com letra minúscula e multidões o seguirão, porque vão acreditar nas mentiras dele e Deus fará com que acreditem nestas mentiras, pois é a lei do retorno. As pessoas colhem aquilo que plantam.





Augusta Moreira dos Santos


Ministério de Pregação e Cura e Libertação.




quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Frases de Nossa Senhora através de Marilda no vale do Imaculada Conceição.











Qual o homem na terra que não precisa de paz?





Qual o homem na terra que não precisa de amor?





Qual o homem na terra que não precisa da família?





É tão bonito você valorizar a família.





Quando depositamos toda a nossa confiança no Coração de Jesus vemos a graça acontecer na nossa alma. Vemos o poder de Deus transformar, o poder de Deus edificar.





A tua vida como servo de Deus é uma vida que tem o próprio amor de Deus. Por isso que você nunca deve questionar o sofrimento em sua missão, mas, deve agradecer pelo amor que Deus tem por você nesta missão.





Muitas vezes vem uma dúvida, uma questão, uma provação. A resposta sempre vem da forma mais correta, sábia e digna; para que você possa realmente entender que a Misericórdia de Deus é o que nos salva; é o que te salva, principalmente quando seu coração está inquieto, quando seu coração está triste. E você se lembra do amor que Jesus tem por você, do tempo que Ele concede ao mundo para viver esta misericórdia – que se estende sobre todos os povos e sobre toda a terra.





Quem te criou? Deus





Quem te transforma? Deus





Por isso que muitos querem ser os donos da verdade, mas eu, como Mãe, digo que vocês precisam ser filhos Daquele que é a verdade e deixar Deus te conduzir. Ninguém aqui na terra é conhecedor de tudo, ninguém pode afirmar e nem desafirmar. Só Deus tudo conhece, só Deus tudo sabe.





Olhe o seu coração. Quantas vezes que de repente, por um sinal tão lindo do Céu, você consegue transformar aquele coração angustiado em um coração iluminado.





Quando Jesus toma conta de você é diferente, tudo se transforma e você começa a ver a vida com os olhos da sabedoria, você começa a entender que a vida é mais do que montanhas, rios, mares e vales. Tudo isto tem a essência da Obra Divina, a qual Deus criou tudo por amor aos filhos.





Quando Jesus pega você e coloca você nas entranhas do Coração dEle a sua vida é curada! Você sorri com a alma, não é nem com os lábios, com a alma.





Quando você sorri com a alma, tudo em você é grandioso. A sua luz é grandiosa!


Muitas vezes a sua fragilidade é pensar apenas no lado pecador e esquecer o seu lado santo. Mas quando você se desperta, você diz: “Eu sou santo! Eu sou filho de Deus!”





           Você tem muita coragem!





           É como um homem que vai para uma batalha e não tem armas, mas é corajoso.





O que adianta ter uma arma se você não tem a coragem?





Na caminhada com Deus temos que ter a coragem para dizer: “sim”. Depois Ele nos concede a grande arma da vitória: o Rosário. Quando você tem coragem, você ora o Santo Rosário, você não desanima, você não fica fraco, a oração te fortalece.





 Céu me conduz aqui na terra para ser a Mãe que vem evangelizar, catequizar, ensinar e conduzir a paz que todos os filhos de Deus precisam.






















Quer saber sobre a vida de Santa Luzia?Festa 13 de dezembro



BIOGRAFIA DE SANTA LUZIA, VIRGEM E MÁRTIR - Festa 13 de dezembro






Luzia ou Lúcia, nasceu em Siracusa, ilha da Sicília, era de família nobre, muito bela. Conta-se que seus olhos eram tão lindos que encantavam os rapazes. Não faltavam-lhe pretendentes.





Luzia viveu mais ou menos entre os anos 283-304, Séc. IV, d.C durante o reinado do tirano, Imperador Dioclesiano.





De família nobre e cristã, muito prendada, desde cedo tinha decidido consagrar sua vida ao Senhor e assim, fez votos de virgindade perpétua.





Luzia recebeu um dote milionário para seu casamento. Após a morte de seu pai, sua mãe lhe prometeu a um jovem, nobre, porém pagão.





Luzia prometeu que iria refletir sobre o casamento, mas decidiu optar por seus fotos de fidelidade a Nosso Senhor.





Sua mãe, Eutíquia, tinha sofrido uma grave doença. Luzia conseguiu convencê-la a ir ao túmulo de Santa Ágeda, de onde, milagrosamente voltou totalmente curada. Então Eutíquia aconselhou e aprovou que a filha mantivesse seu voto de virgindade.





Quem não conformou com isso foi seu noivo. Que enfurecido denunciou Luzia ao Imperador Dioclesiano que a levou a julgamento.





Uma lenda, conta-se que Luzia arrancou seus olhos, colocou em uma bandeja e os entregou ao noivo, que tinha antes fascinado pela beleza deles,  mas em vez de ficar cega, no mesmo instante surgiram outros olhos mais belos do que os de antes.





Verdadeira ou não, foi daí que surgiu a tradição de invocá-la como a protetora contra os males da visão.





Dioclesiano interrogou Luzia, que não negou sua fé. Pelo contrário, afirmou sua vida de  consagração a Jesus Cristo e sua fidelidade à Santa Madre Igreja.. 





Tendo sido obrigada por Dioclesiano a adorar os deuses falsos, Luzia se recusou dizendo  essa frase heróica: "Adoro somente meu único Deus e Senhor e a Ele prometi fidelidade e amor!"





Foi então levada pelos carrascos a um prostíbulo, como castigo pelo seu voto de virgindade. Mas sendo forçada, dez homens não tinham forças para levantá-la do chão. Decidiram matá-la ali mesmo. 





Os carrascos então jogaram-lhe azeite fervendo, mas Luzia saiu ilesa. Somente um golpe de espada que lhe deram na garganta foi capaz de matá-la. Era o ano de 304 d.C.


(Por isso Santa Luzia também é invocada como defensora contra os males da garganta).









Desde o século IV, ela é invocada como Santa. Em 1894, seu martírio foi confirmado após a descoberta de uma inscrição sobre seu túmulo em Siracusa, e cuja trazia sobre ele uma inscrição em grego antigo falando sobre a sua morte.





Em 1039, época das cruzadas e das invasões mulçumanas, com o desejo de proteger as relíquias da santa, um general bizantino pediu que fossem trazidas para a cidade de Constantinopla seus restos mortais;  hoje se encontram na Catedral de Viena, e algumas outras relíquias na Igreja de Siracusa. 





 Santa Luzia é uma santa de devoção popular, assim como muitos outros. Os santos não são deuses, não devem ser adorados. Mas devem ser venerados, isto é, ao lermos sobre a vida de um santo(a), percebemos algo mais. 





O que levaram esses homens e mulheres a uma coragem e uma firmeza heróica de sua fé, a ponto de resistirem ao sofrimento e dar a sua vida por amor a Cristo. Uma das coisas que os santos nos ensinam é a vivência das virtudes teologais: a fé, esperança e a caridade. Sem elas é impossível viver a santidade. Os santos foram gente como eu e você, com limitações humanas.







http://elmandovaleriano.blogspot.com.br/2010/12/biografia-de-santa-luzia-virgem-e.html

A grande cura interior ocorrida na vida de José do Egito






Veja as tribulações ocorridas na vida de José: Ele foi desprezado e abandonado pelos irmãos, depois é vendido como escravo. A esposa daquele que o comprou tentou seduzi-lo para que traísse seu amigo e tivesse com ela relações sexuais e não conseguindo o intento, simula uma situação para que José fosse preso e perdesse tudo.





Mesmo sem perceber a presença de Deus na sua vida naquelas situações angustiantes, Deus estava tomando o controle de tudo. E cada fato, foi necessário, para que José chegasse a administrar o Egito.





Foi necessário ser vendido, como também ser preso.





Olha a generosidade de José e a sabedoria que teve ao observar os acontecimentos na sua vida e perceber que as coisas ruins ocorridas com ele, foram necessárias para alcançar a vitória e exatamente por isso não teve nenhuma mágoa e ressentimento dos seus irmãos. Veja o texto bíblico:





“Entretanto, não vos aflijais, nem vos atormenteis por me terdes vendido a este país, pois foi para conservar-vos a vida que Deus me enviou à vossa frente. De fato este é o segundo ano de fome no país, e durante outros cinco não haverá semeadura nem colheita. 





Deus me enviou à vossa frente para assegurar-vos a sobrevivência no país e preservar-vos as vidas para uma libertação grandiosa. Portanto não fostes vós que me enviastes para cá, mas Deus. Ele me constituiu tutor do faraó, administrador de todo o palácio e governador de todo o Egito. Voltai depressa para dizer a meu pai: ‘Assim diz teu filho José: Deus me constituiu administrador de todo o Egito. Desce, pois, para junto de mim sem tardar.” (Gênesis 45.5-9).





Meus amados, tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus, não sou eu que falo, é a própria palavra de Deus.





Quantos acontecimentos ruins ocorrem na nossa vida e através deles vem coisas boas para nós e ao invés de saborear a graça, ficamos remoendo e culpando ciclano ou beltrano por aquilo.





Tenho exemplos concretos na minha vida assim, que não vou falar para preservar as outras partes, mas que a príncípio eram ruins e se tornaram maravilhosas para mim, futuramente. Então, é preciso confiar como José e mais ainda não viver do passado e sim olhar para o futuro. 





José teria tudo para ser um homem amargo e ruim para com as pessoas e pagou o mal com o bem e ordenou o passado para o amor.





Hoje, em especial, alguém me contou algo que fizeram de ruim para ela e até disse aquela falsa e, ao olhar para a situação, vi que Jesus foi generosíssimo pois deu algo muito melhor e maior do que ela perdeu. Então, foi necessário a traição da pessoa, pois foi através disso que ela obteve algo melhor.





Se ela for olhar para a traição se sentiria triste, mas tem que ver muito mais além, o que Deus proporcionou através disso para ela, que se não tivesse ocorrido não teria recebido a grande graça.





Então, muitas vezes ficamos com mágoa do irmão e ele está sendo instrumento de Deus para algo melhor para nós e também, nos levar a santidade. É uma benção dupla, meus amados, é preciso aproveitar.





Glória a Deus!





Augusta Moreira dos Santos


Ministério de Pregação e Cura e Libertação









quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Não são as pessoas que têm de mudar, quem tem de mudar sou eu.






Na verdade, não são as pessoas que têm de mudar, quem tem de mudar sou eu. Ô Glória. Quando a gente ouve como ouvi hoje, que São Vicente de Paula, tinha vergonha de apresentar o pai às pessoas por ser pobre e depois se tornou o pai dos pobres, eis que maravilha. 





Quando a gente percebe que Francisco de Assis, do mundo de orgias, farras e riquezas se tornou um homem totalmente despojado, um exemplo para humanidade, beijando inclusive os leprosos, limpando suas feridas, ainda tem esperança para cada um de nós.





Quando se ouve o que ouvi hoje, que não é a gente que escolhe um santo como patrono mas sim o santo que nos escolhe para sermos devotos dele. É incrível né? Aí entendi que não fui eu que escolhi Francisco de Assis, mas que ele me escolheu. 





Que maravilha, quando se percebe e se escuta o que escutei de uma fundadora de uma comunidade, que o Senhor foi revelando o seu chamado vocacional, aos poucos, foi revelando por etapas os seus propósitos, aí comecei a entender, a ansiedade em relação a missão.





Quando ouvi o outro dizendo que é necessário a gente sair e evangelizar e ajudar as pessoas, porque com certeza Deus enviará alguém para ajudar a nossa família, então a gente entende que vale a pena.





Fiquei feliz ao ouvir na missa que um Santo, o padre não sabia o nome dele,  que quando o mesmo estava na hora do recreio, no momento de lazer numa quadra e alguém perguntou e se Jesus dissesse que você morreria hoje, o que  faria?  





Os que estavam com ele um disse que iria para a igreja rezar, o outro que ia procurar se reconciliar com alguém e o último disse que iria para casa e o santo disse, pois eu vou continuar aqui, pois esse momento é para a minha diversão, é o meu recreio, e tenho que estar preparado para qualquer hora. Não é o que vou fazer daqui a pouco que vai me salvar mas a minha história de vida.





Lindo, não? 





Então, temos que passar a observar o nosso jeito de ser, verificar as nossas atitudes e exercitar o amor, mesmo nas situações mais difíceis. É necessário ir adquirindo maturidade, não enxergar o cisco no olho do outro enquanto no meu existe uma trave.





Sem exercitar as virtudes, será impossível chegar ao céu, pois lá não chegará ninguém sem santidade.





Augusta Moreira dos Santos


Ministério de Pregação e Cura Interior.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Deus ou investimento de renda fixa?

shalom




Ultimamente, tenho ficado impressionada com uma certa atitude conhecida por alguns como “teoria” ou mesmo “teologia retributiva” no relacionamento com Deus, também entre os católicos. A cada pregação, nos mais diversos locais do Brasil – nos outros países não sinto tão forte este fenômeno – alguém apresenta, de uma forma ou de outra, a seguinte pergunta: “Mas porque aconteceu isso comigo se eu procuro fazer tudo o que Deus quer?” e, a seguir, descreve como vai à missa e reza o terço diariamente, como socorre os pobres, como vai regularmente às reuniões da paróquia, como se confessa uma vez por mês, etc...





 Outros, que enfrentam, como a quase totalidade dos brasileiros, desafios financeiros, colocam as coisas mais claramente: “Mas, porque é que eu estou com dificuldades se eu sou fiel ao dízimo todos os meses? A Bíblia não promete que se eu for fiel ao tributo do templo Deus vai ser fiel a mim?” Há ainda aqueles que, servindo a Deus com alegria e fidelidade na paróquia, grupos, encontros, comunidades, espantam-se e sentem-se inseguros quando morre um parente, a filha solteira engravida, o filho entra na droga, o cônjuge adultera, os familiares abandonam a Igreja: “Mas eu cuidei das coisas de Deus confiando que ele cuidaria das minhas! 





Como é que isso pode ter acontecido?” Ao grupo de decepcionados com as “atitudes” de Deus, somam-se os que exclamam, ressentidos: “Mas eu entreguei toda a minha vida a Deus! Consagrei-me a Ele! Por que Ele não me liberta deste pecado? Por que ainda tenho este vício? Por que ainda convivo com esta fobia? Por que continuo deprimido? O que me falta ainda dar a Deus? Você acha que é minha pouca fé?”





 Cada vez que ouço algo parecido me vem uma lembrança e uma perplexidade. A lembrança é a de Maria, aos pés da cruz de Jesus, sustentada pela caridade que a une ao Filho, pela fé de que Deus é sempre amor e pela esperança da ressurreição que Ele prometera. A perplexidade refere-se ao tipo de formação que talvez alguns tenham recebido. 





Terá ela sido verdadeiramente católica, ou traz resquícios da tal teologia retributiva que reduz nosso relacionamento com Deus ao “daí-e-dar-se-vos-á”, típico de algumas visões não católicas? Será que estamos ensinando que tudo o que damos a Deus e o que “fazemos por Ele” tem como base essencial a gratuidade do amor? 





Será que estamos ensinando que o amor é, por essência, gratuito e que, ao nos entregarmos a Deus, ao servi-lo, ao devolver o tributo, ao nos consagrarmos não temos nenhuma garantia de que as coisas vão ser como queremos ou pensamos que seriam? Será que deixamos claro que Deus, longe de ser um investimento de renda fixa, com retorno garantido, é Amor que corre todos os riscos por nós? Será que ensinamos que Deus não dá nenhuma garantia de retorno como nós pensamos que Ele deveria dar?





 Ou, talvez, estejamos ensinando – e crendo! – que, se eu der dinheiro à paróquia Deus me dará o dobro; se eu servir à Igreja, Deus me servirá; se eu fizer tudo “certinho” Deus vai fazer com que tudo dê “certo” comigo e com os meus; se eu consagrar minha vida a Deus, tenho garantia de libertação e santidade, em uma negociação infindável de fazer inveja ao título mais promissor do mercado...





 Ao olhar a vida dos santos, de Maria e do próprio Jesus, qualquer um ficaria facilmente desencantado com as idéias retributivas que empeçonham a mente de um católico, impedindo-o de ter a mente de Cristo. Tome-se, por exemplo, São Paulo: perseguições, apedrejamentos, naufrágios, falatórios, julgamentos, calúnias, prisões e morte. São Pedro não será muito diferente! Nem Jesus. Nem Maria. Nem Madre Teresa de Calcutá. Nem João Paulo II.





 Alguém tem que voltar a ensinar que o amor a Deus, para ser amor, precisa ser absolutamente gratuito, sem nenhuma garantia de retorno. Pelo menos, não na nossa moeda, não na nossa medida. O “dai e dar-se-vos-á”, a “medida boa, cheia, recalcada, transbordante” são um outro câmbio, uma outra moeda, a moeda do céu, que é sempre amor.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 





por Maria Emmir Nogueira, Co-fundadora da Comunidade Shalom ,


Comunidade Católica Shalom

Só o amor gera a verdadeira vida




"Aquele que crê em mim, mesmo que morra, viverá" (Jo 11,25). Não temos medo da morte porque amamos o Senhor, e é ele quem receberá as nossas vidas na hora da morte. Uma linda canção expressa bem a nossa total dependência do Senhor: "Sei em quem coloquei minha confiança e onde está minha segurança, meu Deus, tesouro meu, Tu és meu Sumo Bem".[5] Os que amam a Deus e seus irmãos, não morrem! "Quem ama seu irmão permanece na luz" (Jo 2, 10).





Teresa de Lisieurx dizia: "Não morro, entro na vida". Somente o amor de Deus em nós pode nos fazer ficar de pé diante da cruz de tantas situações em que temos que morrer diariamente. Quantos de nós precisamos perdoar os mais difíceis, àqueles que estão conosco na vida cotidiana! 





Quantos de nós precisamos morrer amando o marido que está no adultério, na droga, na tristeza do desemprego, na frieza da fé, na doença terminal. Quantos de nós temos que morrer silenciosamente no cuidado de quem sofre com a doença física, psíquica ou espiritual! 





Quantos de nós temos que morrer para não perder a esperança e a alegria, mesmo em meio à saudade de quem partiu assim tão inesperadamente. Só a vida em Deus pode encher de sentido nossos mínimos sacrifícios. Esta é a morte que gera vida. "Ninguém me tira a vida, eu a dou livremente" (Jo 10,18). "Não estamos fadados à tristeza e a viver como os outros que não tem esperança", diz o apóstolo Paulo (cf.1 Ts 4, 13).


por Antonio Marcos 
Missionário na Comunidade Vida Shalom – Fortaleza.